LUCY, A MORENA TRIGUEIRA DA PARAHYBA NUM VÔO DE ÁGUIA À LIBERDADE NA AMÉRICA DO NORTE, ONDE USA TOUR/2018 E COM MUITO “SANTO FORTE”, MAS DE CORPO FECHADO NA TERRA DE TIO SAM!

LUCY, A MORENA TRIGUEIRA DA PARAHYBA NUM VÔO DE ÁGUIA À LIBERDADE NA AMÉRICA DO NORTE, ONDE USA TOUR/2018 E COM MUITO “SANTO FORTE”, MAS DE CORPO FECHADO NA TERRA DE TIO SAM!
* Autor: Montgomery Vasconcelos
 
“Santo Forte” é o mais novo trabalho de performance musical da outrora líder do Clã Brasil, Lucy, a pequena versátil, e com o qual já conta com mais de um milhão de acessos no youtube, mal o publica a 24/9/2018. Trata-se dessa performance fazer um desConcerto noutros cenários de autores semelhantes porque produz um gesto imemorial tribal de elevar os braços aos céus. Tal gesto ainda faz parte também de certo ritual nobre no espetáculo dessa Morena Trigueira da Parahyba, a virtuosa, a pequena versátil e original multi-instrumentista Lucy, agora, de corpo fechado.
 
Lucy desde Clã Brasil, e agora com “Santo Forte”, é quem por meio de sua generosidade talentosa abre uma pedreira inquebrável de caminhos tortuosos aos artistas novos no ineditismo do Nordeste com outras novas gerações. São artistas novos doutras excêntricas e novas gerações das tecnologias midiáticas que, décadas após décadas, vêm por meio dessa “via crucis” aportar em outros novos mundos com a sua arte e poética. Embora apareçam tarde, no eixo Rio-São Paulo, sem padrinhos, madrinhas nem quaisquer mecenas, tampouco cicerones na recepção de sua fortuna crítica aristotélica, sua poética é clássica.
 
Agora Lucy faz um vôo de águia à liberdade de sua USA TOUR/2018, a terra das oportunidades, por meio de sua mais nova e recente temporada de espetáculos/2018 e com muito “Santo Forte”/2019 lá nas terras de Tio Sam, mas também de corpo fechado, muito fechado até no nome, bingo! Lucy!
 
Assim foi o limiar dessa Estrela prodigiosa que brilha desde mesmo a sua cena inaugural no Clã Brasil, companhia de arte, fundada pela sua própria Família, sob a tutela e batuta de seu patriarca Badu Alves naquela que outrora fora a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585, surgindo já como cidade sem nunca ter sido vila, povoado, aldeia ou coisa lá que o valha.
 
Dessa mesma forma é a artista virtuosa Lucy, quem já abre a cena inaugural de sua poética original, “Santo Forte”, razão pela qual instaura seu novo visual na USA TOUR/2018. Eis aí a sua temporada na terra de Tio Sam com “Santo Forte”, assentado em bases sólidas da pesquisa científica sobre a música popular do Nordeste. Região esta quem lhe coroa com o forró e o baião agora na era cibernética e midiática à luz duma nova releitura única e exclusivamente sua nas terras de Tio Sam, quem ouviu o seu galo cantar sim, mas não sabe onde, caso nem ouse adentrar em “Santo Forte”, mas de corpo fechado igual à Ela. Lucy!
 
* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica: Intersemiose na Literatura e nas Artes – Tese: “Recepção e Transgressão, o público de Augusto dos Anjos”/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira, Dissertação: “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”/PUC-Rio; Doutor e Mestre em Augusto dos Anjos; Especialização em Literatura Brasileira – Monografia: ” ‘Fogo Morto’, um romance de tensão crítica”/UFPB, Licenciatura em Letras – Português, TCC: “Augusto dos Anjos, o poeta mais original da Língua Portuguesa”/UFPB, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista do Jornal das 18h/Rádio Mangabeira FM-PB)
Advertisements
Posted in Uncategorized | Leave a comment

LUCY ALVES, A MORENA TRIGUEIRA DA PARAHYBA NUM VÔO DE ÁGUIA À LIBERDADE NA AMÉRICA DO NORTE, ONDE USA TOUR/2018 E COM MUITO “SANTO FORTE”, MAS DE CORPO FECHADO NA TERRA DE TIO SAM!

LUCY ALVES, A MORENA TRIGUEIRA DA PARAHYBA NUM VÔO DE ÁGUIA À LIBERDADE NA AMÉRICA DO NORTE, ONDE USA TOUR/2018 E COM MUITO “SANTO FORTE”, MAS DE CORPO FECHADO NA TERRA DE TIO SAM!
* Autor: Montgomery Vasconcelos
 
“Santo Forte” é o mais novo trabalho de performance musical da outrora líder do Clã Brasil, Lucy Alves, e com o qual essa estrela perseverante já conta com mais de um milhão de acessos no youtube, mal o publica a 24/9/2018. Trata-se dessa performance fazer um desConcerto noutros cenários de autores semelhantes porque produz um gesto imemorial tribal de elevar os braços aos céus. Tal gesto ainda faz parte também de certo ritual nobre no espetáculo dessa Morena Trigueira da Parahyba, a virtuosa e original multi-instrumentista Lucy Alves, agora, de corpo fechado.
 
Lucy Alves desde Clã Brasil, e agora com “Santo Forte”, é quem por meio de sua generosidade talentosa abre uma pedreira inquebrável de caminhos tortuosos aos artistas novos no ineditismo do Nordeste com outras novas gerações. São artistas novos doutras excêntricas e novas gerações das tecnologias midiáticas que, décadas após décadas, vêm por meio dessa “via crucis” aportar em outros novos mundos com a sua arte e poética. Embora apareçam tarde, no eixo Rio-São Paulo, sem padrinhos, madrinhas nem quaisquer mecenas, tampouco cicerones na recepção de sua fortuna crítica aristotélica, sua poética é clássica.
 
Agora Lucy Alves faz um vôo de águia à liberdade de sua USA TOUR/2018, a terra das oportunidades, por meio de sua mais nova e recente temporada de espetáculos/2018 e com muito “Santo Forte”/2019 lá nas terras de Tio Sam, mas também de corpo fechado, muito fechado!.
 
Assim foi o limiar dessa Estrela prodigiosa que brilha desde mesmo a sua cena inaugural no Clã Brasil, companhia de arte, fundada pela sua própria Família, sob a tutela e batuta de seu patriarca Badu Alves naquela que outrora fora a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, Parahyba, fundada a 5 de agosto de 1585, surgindo já como cidade sem nunca ter sido vila, povoado, aldeia ou coisa lá que o valha.
 
Dessa mesma forma é a artista virtuosa Lucy Alves, quem já abre a cena inaugural de sua poética original, “Santo Forte”, razão pela qual instaura seu novo visual na USA TOUR/2018. Eis aí a sua temporada na terra de Tio Sam com “Santo Forte”, assentado em bases sólidas da pesquisa científica sobre a música popular do Nordeste. Região esta quem lhe coroa com o forró e o baião agora na era cibernética e midiática à luz duma nova releitura única e exclusivamente sua nas terras de Tio Sam, quem ouviu o seu galo cantar sim, mas não sabe onde, caso nem ouse adentrar em “Santo Forte” mas de corpo fechado igual à Ela.
 
* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica: Intersemiose na Literatura e nas Artes – Tese: “Recepção e Transgressão, o público de Augusto dos Anjos”/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira, Dissertação: “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”/PUC-Rio; Doutor e Mestre em Augusto dos Anjos; Especialização em Literatura Brasileira – Monografia: ” ‘Fogo Morto’, um romance de tensão crítica”/UFPB, Licenciatura em Letras – Português, TCC: “Augusto dos Anjos, o poeta mais original da Língua Portuguesa”/UFPB, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista do Jornal das 18h/Rádio Mangabeira FM-PB)
Posted in Uncategorized | Leave a comment

O QUE É MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL?

O QUE É MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL?
* Autor: Montgomery Vasconcelos
 
I. INTRODUÇÃO
O Ministério da Educação/MEC é um órgão do governo federal do Brasil fundado no decreto n.º 19.402, a 14 de novembro de 1930, com o nome de Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, pelo presidente Getúlio Vargas e era encarregado do estudo e despacho de todos os assuntos relativos ao ensino, saúde pública e assistência hospitalar.
 
II. EDUCAÇÃO A SERVIÇO DO POVO
Como precursor do MEC, esteve o Ministério da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, criado em 1890 a pedido de Benjamin Constant. Durante o governo de Floriano Peixoto, entre 1891 e 1892, o ministério é extinto, passando a ser uma diretoria no Ministério da Justiça e Negócios.
 
III.VARGAS CRIA MEC NA DÉCADA DE 30
Em 1930, foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública. A 15 de janeiro de 1937, chama-se Ministério da Educação e Saúde e suas atividades passaram a ter um limite à administração da educação escolar, educação extra-escolar e da saúde pública e assistência médico-social.
 
IV. MEC CRIA MINISTÉRIO DA CULTURA
Em 1953, o governo federal criou o Ministério da Saúde e tira do Ministério da Educação e Saúde as responsabilidades de administração destinadas à ela. A partir desse momento, passa a se chamar oficialmente de Ministério da Educação e Cultura/MEC pela lei n.° 1.920, de 25 de julho de 1953. A 15 de março de 1985, foi criado o Ministério da Cultura/MinC pelo decreto n.º 91.144. Ainda assim a sigla MEC continua, porém passa a se chamar Ministério da Educação.
 
V. MEC CRIA INEP E SUPLEMENTOS
A 8 de novembro de 1990, as atividades do MEC passaram a integrar a política nacional de educação; a educação, ensino civil, pesquisa e extensão universitárias; o magistério e a educação especial.
 
A 12 de junho de 2000, após muitas mudanças em sua estrutura organizacional e a criação de secretarias como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira/INEP e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação/FNDE, por exemplo, o MEC passa a ter as seguintes competências:
 
política nacional de educação; educação infantil; educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, ensino de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; avaliação, informação e pesquisa educacional; pesquisa e extensão universitária; e magistério.
 
VI. MEC DESMEMBRA NA EMENDA
A estrutural regimental do MEC só ficou estabelecida pelo decreto n° 4.791, de 22 de julho de 2003. Este assim estabelece como área de competência do MEC: política nacional de educação; educação infantil; educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, ensino de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; avaliação, informação e pesquisa educacional; pesquisa e extensão universitária; magistério; assistência financeira a famílias carentes para a escolarização de seus filhos ou dependentes.
 
VII. AS ÁREAS CORRELATAS DO MEC
Entre algumas áreas ligadas ao Ministério da Educação citam-se: Educação especial; Educação superior; Educação profissional e tecnológica; Educação infantil; Educação a distância; Educação do campo; Educação indígena; Educação ambiental. Entre as secretarias do órgão, estão: Secretaria Executiva/SE; Secretaria de Educação Superior/SESU; Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica/SETEC; Secretaria de Educação Básica/SEB; Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão/SECADI; Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino/SASE; Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior/SERES.
 
VIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
De Vargas (1930) a Temer (2018) passaram pelo MEC 60 ministros, sendo seu sexagésimo, Rossieli Soares da Silva, interino que assume a 10/04/2018.
 
* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica: Intersemiose na Literatura e nas Artes – Tese: “Recepção e Transgressão, o público de Augusto dos Anjos”/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira, Dissertação: “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”/PUC-Rio; Doutor e Mestre em Augusto dos Anjos; Especialização em Literatura Brasileira – Monografia: ” ‘Fogo Morto’, um romance de tensão crítica”/UFPB, Licenciatura em Letras – Português, TCC: “Augusto dos Anjos, o poeta mais original da Língua Portuguesa”/UFPB, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista do Jornal das 18h/Rádio Mangabeira FM-PB)

 

Posted in Uncategorized | Leave a comment

O QUE É O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL?

O QUE É MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL?
* Autor: Montgomery Vasconcelos

I. INTRODUÇÃO
O Ministério da Educação/MEC é um órgão do governo federal do Brasil fundado no decreto n.º 19.402, a 14 de novembro de 1930, com o nome de Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública, pelo presidente Getúlio Vargas e era encarregado do estudo e despacho de todos os assuntos relativos ao ensino, saúde pública e assistência hospitalar.

II. EDUCAÇÃO A SERVIÇO DO POVO
Como precursor do MEC, esteve o Ministério da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, criado em 1890 a pedido de Benjamin Constant. Durante o governo de Floriano Peixoto, entre 1891 e 1892, o ministério é extinto, passando a ser uma diretoria no Ministério da Justiça e Negócios.

III.VARGAS CRIA MEC NA DÉCADA DE 30
Em 1930, foi criado o Ministério dos Negócios da Educação e Saúde Pública. A 15 de janeiro de 1937, chama-se Ministério da Educação e Saúde e suas atividades passaram a ter um limite à administração da educação escolar, educação extra-escolar e da saúde pública e assistência médico-social.

IV. MEC CRIA MINISTÉRIO DA CULTURA
Em 1953, o governo federal criou o Ministério da Saúde e tira do Ministério da Educação e Saúde as responsabilidades de administração destinadas à ela. A partir desse momento, passa a se chamar oficialmente de Ministério da Educação e Cultura/MEC pela lei n.° 1.920, de 25 de julho de 1953. A 15 de março de 1985, foi criado o Ministério da Cultura/MinC pelo decreto n.º 91.144. Ainda assim a sigla MEC continua, porém passa a se chamar Ministério da Educação.

V. MEC CRIA INEP E SUPLEMENTOS
A 8 de novembro de 1990, as atividades do MEC passaram a integrar a política nacional de educação; a educação, ensino civil, pesquisa e extensão universitárias; o magistério e a educação especial.

A 12 de junho de 2000, após muitas mudanças em sua estrutura organizacional e a criação de secretarias como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira/INEP e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação/FNDE, por exemplo, o MEC passa a ter as seguintes competências:

política nacional de educação; educação infantil; educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, ensino de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; avaliação, informação e pesquisa educacional; pesquisa e extensão universitária; e magistério.

VI. MEC DESMEMBRA NA EMENDA
A estrutural regimental do MEC só ficou estabelecida pelo decreto n° 4.791, de 22 de julho de 2003. Este assim estabelece como área de competência do MEC: política nacional de educação; educação infantil; educação em geral, compreendendo ensino fundamental, ensino médio, ensino superior, ensino de jovens e adultos, educação profissional, educação especial e educação a distância, exceto ensino militar; avaliação, informação e pesquisa educacional; pesquisa e extensão universitária; magistério; assistência financeira a famílias carentes para a escolarização de seus filhos ou dependentes.

VII. AS ÁREAS CORRELATAS DO MEC
Entre algumas áreas ligadas ao Ministério da Educação citam-se: Educação especial; Educação superior; Educação profissional e tecnológica; Educação infantil; Educação a distância; Educação do campo; Educação indígena; Educação ambiental. Entre as secretarias do órgão, estão: Secretaria Executiva/SE; Secretaria de Educação Superior/SESU; Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica/SETEC; Secretaria de Educação Básica/SEB; Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão/SECADI; Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino/SASE; Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior/SERES.

VIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS
De Vargas (1930) a Temer (2018) passaram pelo MEC 60 ministros, sendo seu sexagésimo, Rossieli Soares da Silva, interino que assume a 10/04/2018.

* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica: Intersemiose na Literatura e nas Artes – Tese: “Recepção e Transgressão, o público de Augusto dos Anjos”/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira, Dissertação: “A Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”/PUC-Rio; Doutor e Mestre em Augusto dos Anjos; Especialização em Literatura Brasileira – Monografia: ” ‘Fogo Morto’, um romance de tensão crítica”/UFPB, Licenciatura em Letras – Português, TCC: “Augusto dos Anjos, o poeta mais original da Língua Portuguesa”/UFPB, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista do Jornal das 18h/Rádio Mangabeira FM-PB)

Posted in Uncategorized | Leave a comment

BRASIL IMPÉRIO x BRASIL REPÚBLICA

* Montgomery Vasconcelos
67 anos de Brasil Império 1822-1889 x 129 anos de Brasil República 1889-2018. Com esse jogo a Copa tá Russa! Por certo, o povo brasileiro tá Putin com esse jogo, também, pois vem perdendo em todos os setores sociais, econômicos, políticos, culturais, judiciais, filosóficos, educacionais, diplomático, antropológicos, ambientais, territoriais, bem como em todas as demais áreas do saber.
É como se pra esse povo brasileiro não lhe bastasse o desemprego, a pobreza e já vivendo em petição de miséria, o temor de Dom Pedro II: “Que se venda a última pérola da Coroa, mas que nenhum brasileiro venha morrer de fome!”
Todavia, é como bem diz um dos mentores intelectuais e eminência dos Orleans & Bragança, o Príncipe Imperial, Dom Bertrand: “E o Povo é bom!”
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o Imperador da França de 4, ‘a ver navios’, e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe ama e lhe adora, chamando-lhe cordialmente de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, despojado, flexível, escorregadio, sábio, generoso, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores quem, também, lhe tentam surrupiar em vão.
Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia Brasil e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI, muito maiores infinitamente do que as de Lula, e como ele, também Rei de Portugal e Algarves, é consabido de todos os expertise do mundo dos negócios o maior empreendedor de todos os tempos, tanto na Europa quanto na América do Sul, a saber:
trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul. E assim o assediavam como uma febre por mais títulos dos que lhes podiam dar desde que os comprassem por somas sempre vultosas à Corte Real.
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808, também, por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber:
reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, marqueses, marquesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.
Enfim, será de novo, agora, a vez dos Orleans & Bragança, descendentes diretos da linhagem de Dom João VI, quebrarem o sistema de governo da República por meio de sua única solução, Brasil Império, tendo em vista que todo esse modo governamental republicano se afundou como sistema político e perdeu por completo a governabilidade?
* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira/PUC-Rio, Especialização e Graduação em Letras/UFPB, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)
Posted in Uncategorized | Leave a comment

BRASIL IMPÉRIO X BRASIL REPÚBLICA

BRASIL IMPÉRIO x BRASIL REPÚBLICA
* Montgomery Vasconcelos
67 anos de Brasil Império 1822-1889 x 129 anos de Brasil República 1889-2018. Com esse jogo a Copa tá Russa! Por certo, o povo brasileiro tá Putin com esse jogo, também, pois vem perdendo em todos os setores sociais, econômicos, políticos, culturais, judiciais, filosóficos, educacionais, diplomático, antropológicos, ambientais, territoriais, bem como em todas as demais áreas do saber.
 
É como se pra esse povo brasileiro não lhe bastasse o desemprego, a pobreza e já vivendo em petição de miséria, o temor de Dom Pedro II: “Que se venda a última pérola da Coroa, mas que nenhum brasileiro venha morrer de fome!”
 
Todavia, é como bem diz um dos mentores intelectuais e eminência dos Orleans & Bragança, o Príncipe Imperial, Dom Bertrand: “E o Povo é bom!”
 
Dom João VI às portas do ano de 1808 em Portugal, encontrando-se acuado pela ameaça de Napoleão Bonaparte, quem já havia anunciado-lhe invasão à nação portuguesa, elaborou uma estratégia de mestre junto à corte inglesa, também, quem lhe financia todo o seu plano de fuga prodígio à Colônia Lusa chamada Brasil, deixando assim o Imperador da França de 4, ‘a ver navios’, e destronado como se houvesse caído numa cena patética de “coroação-destronamento” ou “coroação-bufa”, categorias essas da literatura carnavalizada, estudadas no limiar do século XX pelo filólogo russo Bakhtin.
 
Nem é à-toa que Dom João VI cria do nada uma nação brasileira a seu modo e bel prazer junto aos nativos, quem lhe ama e lhe adora, chamando-lhe cordialmente de rei comilão, glutão, guloso, bonachão, dado ao seu caráter exagerado, excêntrico, despojado, flexível, escorregadio, sábio, generoso, condescendente, precedente e repleto de bravatas, negociatas desvantajosas e outras tantas maracutaias aplicadas aos seus próprios negociadores quem, também, lhe tentam surrupiar em vão.
 
Eis pois aqui os novos costumes europeus da Corte Lusa juntos aos da nova Colônia Brasil e ambos assim expostos às maracutaias de Dom João VI, muito maiores infinitamente do que as de Lula, e como ele, também Rei de Portugal e Algarves, é consabido de todos os expertise do mundo dos negócios o maior empreendedor de todos os tempos, tanto na Europa quanto na América do Sul, a saber:
 
trocas de títulos aos bem aquinhoados em grandes, médias e pequenas fortunas por doações vultosas à coroa; empréstimos vultosos de bens à coroa em troca da criação dum novo banco central que se chamou Banco do Brasil; criação da casa da moeda por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos da corte real luso-brasileira; criação da abertura dos portos, do museu nacional, da biblioteca nacional, da universidade pública do Brasil por meio de doações vultosas daqueles mesmos cidadãos e cidadãs, bem aquinhoados e estabelecidos aqui já na Corte Luso-Brasileira, situada no novo hemisfério do Continente América do Sul. E assim o assediavam como uma febre por mais títulos dos que lhes podiam dar desde que os comprassem por somas sempre vultosas à Corte Real.
 
Assim, a Universidade Pública no Brasil foi criada desde mesmo 1808, também, por Dom João VI à luz do modelo europeu, que só servia às classes dominantes, mas quando chega à Colônia de Portugal, o Brasil, continua com esse mesmo propósito de só servir, agora, à Corte Real Luso-Brasileira, instalada aqui desse modo, a saber:
 
reis, rainhas, príncipes, princesas, duques, duquesas, condes, condesas, viscondes, viscondesas, barões, baronesas, marqueses, marquesas, embaixadores, embaixatrizes, demais familiares e preferidos seus, todos participantes da nobreza real do rei luso-brasileiro, exceto a plebe, a ralé, de mesma sinonímia e/ou relatividade equidistante ao povo.
 
Enfim, será de novo, agora, a vez dos Orleans & Bragança, descendentes diretos da linhagem de Dom João VI, quebrarem o sistema de governo da República por meio de sua única solução, Brasil Império, tendo em vista que todo esse modo governamental republicano se afundou como sistema político e perdeu por completo a governabilidade?
 
* Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras – Literatura Brasileira/PUC-Rio, Especialização e Graduação em Letras/UFPB, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)
Posted in Uncategorized | Leave a comment

NO TERREIRO DA USINA

NO TERREIRO DA USINA
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)

I. INTRODUÇÃO
Avôhai começa Na Pedra de Turmalina e ao chegar à Pedra do Reino, ambas, também, formam a cultura da Parahyba do Norte por meio da epopeia sertaneja de Zé Ramalho e Ariano Suassuna, ambos já consagrados na mesma galeria de Augusto dos Anjos, Pedro Américo, Zé Américo, Zé Lins, Jackson do Pandeiro, Leandro Gomes de Barros, Otacílio Batista, Oliveira de Panelas, Jaguaribe Carne, Lucy Alves, Badu Alves e demais autores como Luis Ramalho “No anonimato dos afetos escondidos”, que vêm pintando o 7 nos 431 anos culturais dos “Parahybas”.

II. GALO NO TERREIRO DOS OUTROS É PINTO
Qual “Parahyba” nunca ouviu, por onde andou nos 5 Continentes, bairrismos xenófobos como esses: “Galo no terreiro dos outros é pinto” ou “Vindo donde vem Parahyba, e chegando aqui como chegou, já foi longe demais.” Em definitivo, não foi diferente com o Leão do Norte, Ricardo Vieira Coutinho, o atual governador paraibano, quando ciscou e chafurdou “No Terreiro da Usina” das velhas e surradas oligarquias dos coronéis eletrônicos.

Esses Coronéis Eletrônicos são aqueles mesmos que manipulavam a coisa pública a seu bel prazer e em benefício próprio, como se fossem donos dos “Parahybas”, colonizados felizes e de seus destinos desde a velha e tão sofrida Parahyba do Norte nos idos de 5 de agosto de 1585, quando se fundou a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.

III. CABRA MARCADO PRA MORRER NA POÉTICA RAMALHIANA

Eis aqui também porque em seu espetáculo Zé Ramalho tremia trepidante em o seu canto libertador, próprio duma epopeia sertaneja de colonizados felizes escravizados, tais como os finados “Tôca”, no poema “Gemidos de Arte” da “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, e João Pedro Teixeira, o “Cabra Marcado pra Morrer” nas Ligas Camponesas de Sapé-PB e aqui por meio da poética ramalhiana.

“Cabra Marcado pra Morrer” esse por obra e graça das velhas e surradas oligarquias dos coronéis eletrônicos, que se transformaram e mudaram de cor feito camaleões numa nova ordem perigosa de “coronelismo eletrônico”, com o qual acabam de dar o Golpe/2016 no Brasil. É por isso que O Leão do Norte, governador Ricardo Coutinho, tem de ciscar e chafurdar agora noutro nível: “No Terreiro da Usina” Brasil por meio das eleições presidenciais de 2018. E a Parahyba do Norte há que indicar seu nome junto à Convenção Nacional de seu Partido.

IV. PARAHYBA, A TERCEIRA CAPITANIA HEREDITÁRIA MAIS ANTIGA DO BRASIL

A 5 de agosto de 2016, sexta-feira, às 20h30min., aconteceu o espetáculo Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba, no Centro de Convenções, o mais novo da América, por iniciativa do Secretário de Estado da Cultura, o poeta Lau Siqueira, com o apoio de O Leão do Norte, Governador Ricardo Vieira Coutinho, o único, desde 1585, a quebrar o paradigma duma velha e surrada oligarquia de coronéis de outrora agora eletrônicos enfiados feito carrapatos no Palácio da Redenção.

Esses Coronéis eletrônicos são os mesmos que saqueiam o Estado desde 1585, mas agora O Leão do Norte, Ricardo Coutinho os destrona à reboque da bandeira do Nego revolucionário de 1930, servindo-lhe de palco descentralizado às Comemorações dos 431 anos culturais do povo da Parahyba do Norte, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil, fundada a 5 de agosto de 1585.

V. ZÉ RAMALHO, A COBRA DE SETE CABEÇAS DA PARAHYBA

Zé Ramalho está pra MPB assim como Ricardo Coutinho está pra política de conjuntura nacional liderando dez governadores de estados do Nordeste e do povo do Brasil. Portanto, Povo este quem deve disponibilizar em Convenção Nacional O Leão do Norte Ricardo Coutinho à Presidência da República nas Eleições de 2018, pelos seus bons serviços prestados, despachando em cada cidade do Estado, descentralizando assim a burocracia e pintando o 7, a saber:
1. Trevo das Mangabeiras-Viaduto Geisel
2. Centro de Convenções
3. Escola Técnica de João Pessoa
4. Nova Central de Polícia
5. Reforma do Espaço Cultural
6. Programa de Inclusão através da Música e das Artes (PRIMA)
7. Condomínio Cidade Madura na Parahyba do Norte

Nesse vai-e-vem também descentralizado da Cultura da Parahyba do Norte, o seu povo ocupou o Centro de Convenções junto à Orquestra Sinfônica da Paraíba e ao Zé Ramalho, que pintava o 7 e arrebatava aplausos e dividia bravos com todos presentes, quando executava o repertório da Estrela Popular de Brejo do Cruz-PB (3 de outubro de 1949) e comemorava, também, seus 40 anos de carreira, arrombando os portões da Música Popular Brasileira/MPB e derrotando seu porteiro “Cérbero”, o Cão de 3 Cabeças após vencer outra Cobra de 7 Cabeças.

VI. ZÉ RAMALHO NO ERUDITO E NO POPULAR

Zé Ramalho tanto no erudito quanto no popular açoitava e levava açoites de suas baladas que emocionavam a todos e a ele mesmo, vate sertanejo da epopeia paraibana, quem tremia trepidante com essas pérola jogadas ao ar, a saber: Avôhai, Vila do Sossego, Chão de Giz, Admirável Gado Novo, Beira Mar, Garoto de Aluguel, Jardim das Acácias, Canção Agalopada, A Terceira Lâmina e Eternas Ondas.

Foi assim que Zé Ramalho e a Orquestra Sinfônica da Paraíba propiciaram um bálsamo divino e infinito à indizível dor de todos “Parahybas”. Dor esta provocada pelo cruel, perverso e terrível Golpe de 2016, assentado em pseudo impeachment, sofrido pelos mais de 3 mil espectadores paraibanos juntos aos outros 206 milhões de brasileiros. Eis aqui a sina verde que se pensava ser apenas dos sertanejos celebrizados na frase de Euclides da Cunha em “Os Sertões”: “O sertanejo é antes de tudo um forte.”

VII. ZÉ DO BREJO QUE NEM ZÉ DA POÉTICA DE ZÉ DO 7

Assim também Zé Ramalho é este sertanejo de Brejo do Cruz-PB, quem bravamente manteve a imparcialidade de sua Poética original na concepção clássica do filósofo grego Aristóteles, quando cria um tratado sobre “Poética” pra separar a boa arte da que não presta, por não dispor do que é o verossímil como consta em Avôhai “No Terreiro da Usina” e noutras “7 Vezes”. Enfim, é o Zé do Brejo que nem se fosse Zé da poética de Zé do 7 bem como doutras numerologias que tais.

É o 7 duma única numerologia do oráculo sertanejo paraibano dos cantadores de viola e dos repentistas com seus repentes dum nobre cantador tal qual Zé Ramalho.
Oráculo esse que impreterivelmente vai rimar também “7 com espermacete” na “Poética Carnavalizada de Augusto dos Anjos”, quem por sua vez vem pintando outro 7 junto à pintura de Pedro Américo lá na “Pedra do Reino” de Ariano Suassuna. E assim eles todos juntos e misturados são autores duma Epopeia Sertaneja da Parahyba do Norte, a Terceira Capitania Hereditária mais antiga do Brasil.

VIII. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Nem foi à toa que dos espectadores presentes, uns 3 mil, muitos assediaram João Azevedo pra Governador/2018, ou ainda Cida Ramos, sapeense que nem Augusto dos Anjos, cobrando dela, quando chegar à Prefeitura da Capital paraibana, manter as conquistas dos trabalhadores da Parahyba do Norte, que estão indo pelo ralo abaixo como o Estatuto do Idoso, o Restaurante Popular, a Mobilidade Urbana e as Barreiras da Ponta do Seixas, por meio de seu oráculo “Pintar o 7”.

Oráculo esse repita-se aqui tão bem enfatizado por Zé Ramalho exemplarmente em a sua epopeia sertaneja da Parahyba do Norte. Epopeia esta lembrada em “Mulher Nova Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer sem Sentir Dor”, por meio doutra parceria sua com o cantador de viola e repentista Otacílio Batista, mais um ícone libertário na literatura popular e nos movimentos de resistência cultural da Parahyba do Norte.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB e Presidente da FUCIRLA-PB)

Posted in Uncategorized | Leave a comment