O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018

O SOM DO SILÊNCIO À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018
I
Se o luar-prata de seus olhos penetrasse
O castanho-romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À Coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a Lua em Carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do EU traquinas
Veria meu coração Leão das Colombinas
Beijar seu rosto lindo quando EU o tocasse.

Por isso caí logo em Carnaval Cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de Feitiço Tríplice,
Cerrando as portas da Saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra EU amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe EU olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe EU molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe EU mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade pra EU voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se EU fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que EU desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante,
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de Momo. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que EU existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

XI
Quem lhe disse que viver é um mar
De rosas ou um paraíso adâmico?
Ingenuidade nem aos poetas amar,
Quem dirá no seu código islâmico.

Bom mesmo é pôr os pés no chão,
Todo dia que nem a Musa Coqueiral
Quer chova quer faça sol o coração
Dela nem se toca à luz do Carnaval.

Dê seus pulos aí, se vire nos trinta,
Faça bico, biquinho com sua trinca,
Mas na solidão de quem nasce só,

De quem mesmo que você tem dó?
Negue amor ao coração explodindo,
Se viver fosse bom se nascia rindo.

XII
eita… a melhor notícia desse 2017:
leão casa nesse ano novo com ela:
musa coqueiral e bem no ano dela,
conforme vem escrito a 7 do mês…

mas tá faltando tudo: ela lhe aceitar,
ela lhe admirar, enfim ela… lhe amar…
também, o que você fez, só o nada,
tá doído, como casar com a amada

ainda mais agora: ela emancipou…
foi à luta, ficou mais independente,
mais linda, mais mulher e já amou.

vai encarar, vai arregar borra-botas,
vai desistir de tudo feito o carente
pusilânime fugindo à luta de cotas.

XIII
Amanhece à luta que anoitece
Pra Musa Coqueiral no Laranjal,
Mas sua vida custa + que prece
Porque seu Ano Novo é especial.

Prece merece quem trabalhar
Que nem essa mulher guerreira,
Venerada igual mulher brasileira,
Paraibana, nascida na capital…

Bora orar pra Musa Coqueiral
Sã e salva pro trampo ir e voltar…
Fim de semana tem Carnaval…

Esses seus dias vêm e vão,
E nunca calam meu coração
De Leão, paciente à inexatidão.

XIV
depois desses golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.

recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.

quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.

golpe é golpe e um contra vem a galope…
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguem se iluda.

XV
foi de repente, do inesperado
que me falou a musa do coqueiral,
agora à noite em céu enluarado,
com sua licença poética legal:

“boa noite, pode sim!” quando pedi
pra usar o ferro de alongamento
da praça que lhe dá o monumento.
tudo nela é perfeito pois eu medi:

voz, ritmo, olhar educado, elegante,
musa de fino trato e empolgante.
valeu à presença do imprevisível,

pois ainda estou ferido dos golpes
que tomei no corpo e n’alma de torpes
traidores da nação indizível.

XVI
musa do coqueiral é essa águia nobre
quando lhe chega à crise existencial,
a mais crítica de sua vida, bate asas
e também bate em retirada, voo alto,

desaparece, dizem que se isola noutro
ponto mais alto do planeta, por certo,
aqui na parahyba, serra da borborema,
logo, mais linda que garota de ipanema.

é questão de vida ou morte, se renova,
muda tudo, bico, penas, garras e rapina.
mas, eu, como amo essa águia-menina.

pois, depois ela volta com voo mais alto
pra me impressionar, eu nada a mostrar
pra ela, digo: sou seu e o boi não lambe.

XVII
Carnaval sem ser ano bisexto 2017
Mantenho foco: Musa Coqueiral.
Cuido bem de mim pra você pintar o 7
Fico em casa só lhe pensando igual.

Ô Musa Coqueiral nesse 2017-Carnaval
Cuido bem de mim só pra você me vê.
Quem lhe disse ter visto-me em Nepal?
Mentiu só pra querer afastar-me de você.

Têm inveja da gente brava inocente
Porque nós só pensamos um no outro.
Por isso que o nosso amor vem e fica.

Por um lado você pensa na brava gente
Por outro EU nunca dou bom dia a potro,
Chiquita Bacana lá da Martinica…

XVIII
Musa Coqueiral não entenda mal Hey Joe!
É caso de amor do século dezoito,
Época do faroeste lá nos USA…
Onde brutos também amam nos conta Poe.

Canção do Deus Fogo da música Hendrix,
Quem a imortalizou pra você Musa…
Enfrentando totem e tabu afoito…
Com tal balada anônima de Herói Mandrix.

Veja que fala de forca e carrasco…
Símbolos passados e tempos de asco,
Mas dum amor fiel que nega traição…

Valores que hoje as pessoas não verão!
A mentira tem pernas curtas Damasco!
A verdade dói, mas não cai em penhasco.

XIX
Musa Coqueiral, ninguém lhe ama como EU…
Musa Coqueiral, meu SER tá grávido de VOCÊ..
É Por isso que às vezes desapareço…
Quase sempre presente ao seu apreço…

Dou-me volta pra nunca lhe dá volta MEU
NInguém mais usa só EU o VOSSA MERCÊ…
É pro Mundo saber que só EU lhe mereço
Porque também somente EU lhe obedeço

O Mundo pára se me engravidam poesias.
Somem caminhos, faltam outras mil vias,
Mas nunca faltam amores sutis na Praça.

Um dia ainda vou sentar Praça nas Folias,
Pra vê se Musa Coqueiral pára seus dias
Pra me vê no Carnaval em sua Caça…

XX
NINGUÉM sabe o que acontece agora consigo,
Musa Coqueiral, mas sabem tudo comigo.
Parece coisa do destino mudado
Ou é brincadeira com coisas de meu passado.

Feito um estranho no ninho me sinto assim.
Parece até um feitiço de mestiço…
Ou de alguém caindo em lágrimas rir de mim…
Decerto me causa um grande rebuliço…

Pelas ruas da Cidade há um pavor
Nas pessoas que se dizem muito boas…
Mas na verdade são pessoas às toas…

Metem o malho umas nas outras sem favor,
Depois vão cantarolar fazendo loas,
Percorrendo a vida alheia em canoas.

XXI
Musa Coqueiral, por que me mata de medo?
Quase cai de costas quando lhe vi
Sem Capacete em sua Motinha Preta!
Ninguém me contou, eu mesmo a vi, sem treta!

Meu coração voou em bandas azedo!
Nunca desligo-me de SI meu Bem-te-vi!
Nunca proceda assim, morro sem mutreta.
Jamais aceito vê-la andar de muleta.

Por que você quer maltratar-me tanto assim?
Que foi que eu lhe fiz pra você me magoar?
Mas será o Benedito? Você sabe

Que eu nunca vou aceitar fugir de mim,
Ainda mais sem Capacete me matar?
Beba Coca-Cola, mas sem mim não babe!

XXII
Na verdade seus olhos nunca olharam os meus
Desde 16 (dezesseis) de abril de 2011
Quem cometeu este equívoco Prometeus?
Mas o abandono que me impõe no bronze

Prova que fui seu louco bobo da corte,
Quem ficou pra trás feito algo dum desprezo,
Que sequer se fez notar em seu menosprezo,
Depois de tanto lhe rogar socorro, vôte!

Se você soubesse o quanto lhe estimo,
Só de onda socorria meu pobre SER,
Que ficou mais catatônito sem lhe ver.

Ô Musa, por que me deixou no ínfimo?
De seu puro desamor nunca me querer
Perto do coração nem seus olhos vou ter?

XXIII
Musa do Coqueiral, sou um Parahyba,
Mais pareço um Fauno que Forte Caprino,
Desde a Lua trago-a consigo EU Menino,
Inda quando EU andava pela Guaryba!

Mas ando perdido pela nossa Terra!
Que ironia, logo aqui onde nasci,
Não posso vê você na Terra onde cresci!
Aprendi que “O Bom Cabrito Não Berra!”

Hoje, é só Carnaval, chovo sem você,
Semanas inteiras sem que eu possa lhe vê!
Mas a prudência me obriga fazer assim!

Dependesse de mim, não tava nem aí.
Se me matam escapo morto! Mas e daí?
Seu amor me fez abrir mão de SI por MIM!

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

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SÁBADO DE ALELUIA À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018

SÁBADO DE ALELUIA À MUSA DO COQUEIRAL EM 2018
XVIII
Musa Coqueiral não leve a mal Hey Joe!
É caso de amor do século dezoito,
Época do faroeste lá nos USA…
Onde brutos também amam nos conta Poe.
Canção do Deus Fogo da música Hendrix,
Quem a imortalizou pra você Musa…
Enfrentando totem e tabu afoito…
Com tal balada anônima de Herói Mandrix.
Veja que fala de forca e carrasco…
Símbolos passados e tempos de asco,
Mas dum amor fiel que nega traição…
Valores que hoje as pessoas não verão!
A mentira tem pernas curtas Damasco!
A verdade dói, mas não cai em penhasco.
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)
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A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

A PRAÇA DA MOURARIA DEI À MUSA DO COQUEIRAL

quando eu me vi sem a minha mouraria,
eu pensei logo na praça dum novo dia,
mas perdi a taça pra musa coqueiral,
sua dona desde as festas de carnaval.

“ai mouraria da velha rua da palma
onde eu um dia deixei presa minh’alma”
nunca mais vou acabar sua poesia,
pois quanto mais faria algo lhe faltaria.

agora à noite dum sábado de aleluia,
corro parado e parado voo pra musa
do coqueiral. toda minha vida inteira

tomei cano, toco, até banho sem cuia.
criei currículo-namorar mas ninguém usa.
por que recusa-me essa nova maneira?

monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)

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OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL

OS CODINOMES-LOGROS DA ODEBRECHT À LAVA JATO NO BRASIL
(Autor: Montgomery Vasconcelos/FUCIRLA-PB)
I. INTRODUÇÃO
Que fique muito bem claro que esses codinomes desses políticos envolvidos e citados pela ODEBRECHT na operação Lava Jato são apenas formiguinhas dentro de toda essa prática de corrupção, pois sequer representam 3% da dívida dos impostos sonegados pelos pai Emílio Odebrecht e filho Marcelo Odebrecht e demais grupos corruptos.
Agora esses Emílio e Marcelo sim, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista do Grupo Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAU, a General Motors do Brasil/GMB e demais são os responsáveis pela corrupção generalizada. Corrupção essa que vem grassando à Nação e por isso devem ser presos e confiscadas todas suas empresas e devolvidas à soberania nacional.
Haja vista ainda porque são todos eles bandidos de alta periculosidade empresarial, econômica, social e cultural, logo corruptores, enquanto os políticos são apenas os corrompidos, as formiguinhas tontas e inexpressivas de todo esse processo contra eles, os grandes elefantes da corrupção, a saber: Sem corruptor nunca haverá corrompido nem corrupção. Que se extinga o corrutor pra que se salve a Nação!
II. NÃO SE PODE CERCAR AS FORMIGUINHAS DA POLÍTICA E DEIXAR PASSAR POR CIMA OS ELEFANTES BRANCOS E JUMBOS DA CORRUPÇÃO EMPRESARIAL!
Seria trágico se não fosse cômico a constatação de que esses apelidos, codinomes e ou coisa lá que o valha, aparecendo nas delações dos verdadeiros responsáveis da corrupção, os corruptores, que sem eles nunca haveria corrompidos nem corrupção, o entendimento de que foram usados, explorados e tomados como escudos no Estado Democrático de Direito por meio dos representantes do Povo, os Políticos, os corrompidos.
Que se corrijam e devolvam à dignidade, à honra e à justiça à Nação e à Soberania Nacional. Os políticos e o povo que representam foram vítimas dessas artemanhas de empresas, empresários, grupos econômicos, banqueiros, rede de comunicação, conglomerados internacionais corruptores.
Que os corruptores sejam presos e confiscadas todas suas empresas, conglomerados e grupos devolvidos à soberania nacional por serem caloteiros, não honrarem suas dívidas com o BNDES e sonegarem impostos: crime de lesa-pátria!
Sem corruptores nunca haverá corrompidos nem corrupção! Que eles sejam exterminados da face da Nação e suas empresas, conglomerados e grupos, todos surrupiados dos 214 milhões de brasileiros, sejam confiscados e devolvidos à soberania nacional de fato e de direito, e, consequentemente, a derrocada da corrupção.
Haja vista ainda que não se pode cercar as formiguinhas políticas iludidas, inexpressivas nesse universo da corrupção empresarial e deixar passar por cima os elefantes brancos e jumbos dessa cruel corrupção que vem grassando à Nação!
III. OS CODINOMES-LOGROS DESVIAM A OPINIÃO PÚBLICA NO BRASIL
Os políticos são as formiguinhas da grande farsa desse movimento de corrupção empresarial, implementado pela filosofia nefasta dos megas empresários, vide Joesley Batista, Emílio Odebrech, Marcelo Odebrecht, Eike Batista, Grupo ITAÚ, General Motors do Brasil/GMB e demais, a saber:
“Trovador”, “Ferrari”, “Babel”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Misericórdia”.
Observa-se como esses apelidos da lista apresentada, denunciada e inventada pela ODEBRECHT foi uma invenção pra desviar a opinião pública de suas campanhas da corrupção. Pra tanto, confira-se essa Fonte: “Jornal do Brasil” 10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37.
Em a sua delação no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho cita os apelidos que eram dados aos políticos pela empresa. Para não usar seus nomes, os executivos falavam codinomes, como “Trovador”, “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo”, entre outros. As informações foram divulgadas pelo site Buzzfeed Brasil.
IV. O ELENCO POLÍTICO À CORRUPÇÃO: UMA FARSA DAS EMPRESAS
Na maior cara de pau, os grandes empresários, grupos e conglomerados nacionais e internacionais preparam uma farsa que apresentam por meio duma lista fajuta, ridícula, vergonhosa e constrangedora, na qual consta codinomes de políticos que lhes atribuem como sendo a prova cabal de sua isenção na responsabilidade da cabeça da corrupção porque são os verdadeiros corruptores, agentes inquestionáveis da responsabilidade total dessa corrupção supracitada.
Uma vez que só existem corrompidos e demais por causa da existência e cena inaugural dessa corrupção por meio dessas empresas corruptoras! O resto é tergiversar em cima de farsas e convicções sem atacar a raiz radical da questão fundamental: corruptores criadores da corrupção!
Constatem-se aqui como os corruptores inventaram esses apelidos, a farsa e o logro pra desviar a opinião pública de sua criação: a corrupção! Eis aqui e agora o seu álibe por meio dessa sua invenção: a lista de codinomes, a saber:
1. Trovador – Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) atual Vice-Presidente do Senado Federal.
2. Caju – Romero Jucá (PMDB-RR). Ex-ministro da Casa Civil de Michel Temer.
3. Justiça – Renan Calheiros (PMDB-AL). ex-Presidente do Senado Federal.
De acordo com delação de executivo da Odebrecht, Renan Calheiros era conhecido como “Justiça”.
4. Índio – Senador Eunício de Oliveira (PMDB-CE). Atual Presidente do Senado.
5. Babel – Geddel Vieira Lima (PMDB-BA). Exonerado da Secretaria de Governo de Michel Temer.
6. Bitelo – Deputado Lúcio Viera Lima (PMDB-BA). Irmão de Geddel.
7. Primo – Eliseu Padilha (PMDB-RS). Ministro da Casa Civil.
8. Caranguejo – Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Deputado cassado
9. Polo – Jacques Wagner (PT-BA). Ex-ministro de Dilma Rousseff e ex-governador da Bahia.
10. Ferrari – Delcídio do Amaral (ex-PT-MS). Senador cassado.
11. Botafogo – Rodrigo Maia (DEM-RJ). Presidente da Câmara dos Deputados.
12. Las Vegas – Anderson Dornelles. Assessor de Dilma Rousseff.
13. Campari – Ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
14. Cerrado, Pequi ou Helicóptero – Senador Ciro Nogueira (PP-PI).
15. Pino ou Gripado – Senador José Agripino Maia (DEM-RN).
16. Todo Feio – Ex-deputado Inaldo Leitão.
17. Corredor – Duarte Nogueira (PSDB-SP). Prefeito eleito de Ribeirão Preto.
18. Gremista – Deputado Marco Maia (PT-RS).
19. Tuca – Deputado Arthur Maia (PPS-BA).
20. Misericórdia – Deputado Antônio Brito (PSD-BA).
21. Decrépito – Deputado Paes Landim (PTB-PI).
22. Boca Mole – Deputado Heráclito Fortes (PSB-PI).
23. Kimono – Arthur Virgílio (PSDB-AM). Prefeito reeleito de Manaus.
24. Missa – Deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA).
Fonte: “JORNAL DO BRASIL”
V. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Há que se tomar medidas drásticas no combate às empresas corruptoras porque são as únicas responsáveis pela corrupção que vem grassando à Nação. Haja vista que sem elas, as corruptoras jamais, nunca, haveriam os corrompidos.
É como se houvesse a questão fundamental e objetiva pra se achar a raiz inaugural desse mal que destrói, devassa e apodrece a Nação: empresas corruptoras largamente supracitadas nessa matéria, a saber:
Emílio e Marcelo, donos da ODEBRECHT, os Irmãos Joesley Batista, Wesley Batista, José Batista da JBS, J&F etc., Eike Batista da Vale do Rio Doce, os Irmãos Marinho da Rede Globo, o Presidente do Grupo ITAÚ, a General Motors do Brasil/GMB e demais!
Sem a presença corrupta dessas empresas corruptoras nunca haveria a corrupção! Sem a permissividade da soberania nacional elas jamais haveriam de frutificar em solo brasileiro! haja vista que são o mal que a tudo consome: Corrupção!
Que esse mal seja expurgado da Nação e a soberania nacional, o tesouro nacional e a soberania popular voltem a reinar no Brasil desses 214 milhões de usurpados e deserdados.
VI. FONTES:
1. Buzzfeed Brasil;
2. Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-PB;
3. Jornal do Brasil. (10/12/2016 às 12h06 – Atualizada em 10/12/2016 às 12h37)
Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos
(Doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, Mestre em Letras/PUC-Rio, Presidente da FUCIRLA-PB e Radialista/Rádio Mangabeira FM-PB)
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HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”
 
há um pássaro preso na gaiola
que se chama democracia,
“eu” vou soltá-lo a torto e à direita
pra ele cantar à musa do coqueiral,
sem golpe nem impeachment,
o hino nacional de toda poesia:
lula livre marielle vive!
 
democracia, ó minha poesia carnavalizada,
és a árvore a quem devo reclinar-me,
mas se algum dia o prazer da corrupção
vier procurar-me, assum preto… assum preto
de minha democracia antropofágica e carnavalizada,
dize a esse monstro que “eu” fugi de casa.
lula livre marielle vive!
 
há um pássaro preso na gaiola
que se chama carnaval, a festa da carne
ou antropofagia carnavalizada, “eu” perguntei:
por que tu choras? ele falou quero voar,
quero voar pra cantar democracia pelo ar,
pois eles são muitos, mais de cem, mais de mil,
e um juiz desmoronado, mas não podem voar…
lula livre marielle vive!
 
há um pássaro preso na gaiola
que se chama lula, “eu” perguntei: por que te prendem
já preso e ferido à liberdade há mais de 518 anos…
ele falou: porque se me matam escapo morto que nem
geraldo vandré, zé dirceu, che guevara e salvo
a soberania popular duma vez e ainda trago junto
minha liberdade sequestrada pelo forjado juiz
colonizado feliz do pentágono dos estados unidos da
américa do norte, o maior torturador e defensor da
sonegação das grandes fortunas parahybanas,
brasileiras, latino-americanas e de toda humanidade.
lula livre marielle vive!
 
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)
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HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”

HÁ DOIS PÁSSAROS LIVRES DE “HABEAS CORPUS”
há um pássaro preso na gaiola
que se chama democracia,
“eu” vou soltá-lo a torto e à direita
pra ele cantar à musa do coqueiral,
sem golpe nem impeachment,
o hino nacional de toda poesia:
lula livre marielle vive!
democracia, ó minha poesia carnavalizada,
és a árvore a quem devo reclinar-me,
mas se algum dia o prazer da corrupção
vier procurar-me, assum preto… assum preto
de minha democracia antropofágica e carnavalizada,
dize a esse monstro que “eu” fugi de casa.
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama carnaval, a festa da carne
ou antropofagia carnavalizada, “eu” perguntei:
por que tu choras? ele falou quero voar,
quero voar pra cantar democracia pelo ar,
pois eles são muitos, mais de cem, mais de mil,
e um juiz desmoronado, mas não podem voar…
lula livre marielle vive!
há um pássaro preso na gaiola
que se chama lula, “eu” perguntei: por que te prendem
já preso e ferido à liberdade há mais de 518 anos…
ele falou: porque se me matam escapo morto que nem
geraldo vandré, zé dirceu, che guevara e salvo
a soberania popular duma vez e ainda trago junto
minha liberdade sequestrada pelo forjado juiz
colonizado feliz do pentágono dos estados unidos da
américa do norte, o maior torturador e defensor da
sonegação das grandes fortunas parahybanas,
brasileiras, latino-americanas e de toda humanidade.
lula livre marielle vive!
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)
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LULA LIVRE MARIELLE VIVE

LULA LIVRE MARIELLE VIVE
depois dos golpes juntei meus restos,
restos mortais do carnaval medieval,
pois me levaram tudo, até emprestos,
jamais levarão minha musa coqueiral.
recuso arrependimento traíra
porque a cada dia aumento a ira.
minha confiança é igual ao cristal
quando quebra vira pó no sideral.
quem paga golpe tem um contragolpe,
nem adianta agora tergiversar,
passou a hora da gente conversar.
golpe é golpe e um contra vem a galope!
até musa coqueiral ficou muda
na praça dela, que ninguém se iluda.
monty
(poeta do coqueiral ou cyrano de bergerac coqueirense)
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