BRASIL SOBERANO CALA MORO NA FILOSOFIA PRA QUE RIMAR AMOR ROUBAR 0

IMG_80131430515546BRASIL SOBERANO CALA MORO NA FILOSOFIA PRA QUE RIMAR ROUBAR

“A teoria do dominio do fato” = Processo Kafkiano, que somente condena inocentes como Ze Dirceu, o martir da soberania nacional, cala de vez o juiz Moro na filosofia pra que rimar amor roubar. O Brasil tah de olho no Senhor!

Ze Dirceu foi unicamente injustiçado ate agora, por juizes parciais, tais como Moro na filosofia pra que rimar amor roubar, que abafam a quadrilha do mentor intelectual, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC/PSDB) denunciado outrora na ONU por Bill Clinton.

FHC quebrou o Brasil por 3 vezes, e, por derradeiro, o fez por meio duma cena pifia e degradante. Haja vista que fora desmascarado, em plena Reuniao da ONU, pelo Presidente dos EUA, aquele mesmo do caso Monica Lewinsky, Bill Clinton.

Como foi que esta cena patetica aconteceu na ONU?

Foi quando exatamente no momento em que FHC discursava sobre a divida externa do Brasil, o Presidente norte-americano o interrompeu e lhe interrogou assim mesmo, na lata:

“Presidente Fernando Henrique Cardoso, o que Senhor fez com o dinheiro que o Governo dos EUA emprestou ao Governo do Brasil pra pagar a sua divida externa com o FMI?”

Houve um silenciar mudo e sepulcral em todo o recinto da ONU.

FHC colou as placas e calou engolindo em seco aquela porrada na boca de seu estomago, desferida pela cidadania norte-americana, apropriada duma maior autoridade executiva consentida, que lhe repreendia e lhe flagrava com as maos na massa, roubando o tesouro nacional, e cometendo crime de lesa-patria hediondo, via outra gente norte-americana, a maneira bem apropriada mesmo da CIA e do FBI.

Foi um vexame, uma vergonha nacional e universal que constrangeu a todos os representantes do mundo: FHC ficou desmascarado como um Governo Ladrao do emprestimo feito aos EUA pra pagar a divida externa do Brasil ao Fundo Monetario Internacional/FMI, porque fora somente ele e o PSDB quem o surrupiara, o que? Ora, o din-din…

FHC prostrava-se naquela Reuniao da ONU tal qual aquele que cometera um crime de lesa-patria, todavia, muito longe de se comparar seu roubo mediocre ao dum golpe de mestre, e por que?

Porque cada vez mais FHC  afundava-se naquela cena ridicularizada pelo seu gesto desonesto, desonhoso, indigno e vergonhoso, posto que cometera crime de lesa-patria hediondo. Seu roubo fora por demais vexaminoso, posto que envergonhou a todos os 203 milhoes de brasileiros.

Esses brasileiros emudeceram de tanto desgosto nacional que se constrangeram pra todo o sempre. Posto ainda que FHC se borrava como um desqualificado ladrao da universal Organizaçao das Naçoes Unidas/ONU.

E hoje esse mesmo FHC/PSDB, ex-governo ladrao e pusilanime da Naçao, em toda sua vida politica brasileira, depois dessa tragedia nacional, denunciada pela ONU/Universal, por certo achando pouco ainda, tem a cara de pau de vir concorrer aos pleitos e sufragios eleitorais no Brasil, vai se catar!

E eles vem assim naturalmente como se nunca fossem fichas sujas, ele, FHC, e toda sua hierarquia de transgressores do PSDB.

Quem? Logo eles que durante longos oito anos de seus governos pifios, desonestos e ladroes, somente cometeram verdadeiros crimes de lesa-patria.

Se o Brasil fosse e vivesse sob um sistema de governo socialista, na verdade, FHC e seus comparsas do PSDB seriam todos imediatamente fuzilados no paredao, pelos seus crimes de lesa-patria hediondos, sem choro e nem vela.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos

(Doutor em Comunicaçao e Semiotica/PUC-SP e Presidente da FUCIRLA-PB)

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL) – “VAI ROLAR” BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL NO DIA DOS NAMORADOS II

“VAI ROLAR” BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL NO DIA DOS NAMORADOS II

Ontem, quinta-feira, doze de junho do ano de dois mil e catorze do calendário vitoriano, a partir das 17h., na Praça Coqueiral, Mangabeira, João Pessoa-PB, “Vai Rolar” Brasil Hexacampeão, Mc Menor Ousado, poesia e prosa à Musa Coqueiral no Dia dos Namorados.

Após o jogo Brasil X Croácia que a Seleção Brasileira saiu vitoriosa com o placar de 3 x 1 a festa ficou por conta do Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral, Trupe Dez e seus vizinhos da Praça Coqueiral que abrilhantaram a comemoração com salvas, loas, abraços e por meio do vídeo clipe oficial “Vai Rolar”. Só deu eles no pedaço, a única animação paralela à instalação de palco pra galera assistir ao jogo.

Posto que, também, na terça-feira, 10-6-2014, às 12h.10min., a Musa Coqueiral voltava da escola com seu anjo da guarda na terra, seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Rei Artur, o Mc Menor Ousado, e vinham de braços dados, tão harmoniosos como se fossem o Irmão Sol, São Francisco de Assis, e a Irmã Lua, Santa Clara. Ambos vinham tão lindos de braços dados que me lembraram, essa mesma cena, outrora, igual à Mãe e o Pai deles, quem assim ficavam também de braços dados, feitos dois pombinhos, à porta de casa em noites de luar.

E como ficavam também lindos de se admirar que até me dava muito gosto de lhes ver. Daí que organizei esses versos dedicados à Musa Coqueiral, parabenizando também pelo seu vídeo clipe oficial e de seu Irmão, o Mc Menor Ousado, “Vai Rolar”, a saber:

POEMA À MUSA COQUEIRAL

I
Se o luar prata de seus olhos penetrasse
O castanho romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a lua em carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do eu traquinas
Veria meu coração leão das colombinas
Beijar seu rosto lindo quando eu o tocasse.

Por isso caí logo em carnaval cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de feitiço tríplice,
Cerrando as portas da saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra eu amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe eu olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe eu molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe eu mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade em lhe voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que eu desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL ) – VAI ROLAR BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL NO DIA DOS NAMORADOS

VAI ROLAR BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL NO DIA DOS NAMORADOS

Hoje, quinta-feira, doze de junho do ano de dois mil e catorze do calendário vitoriano, a partir das 17h, na Praça Coqueiral, Mangabeira, João Pessoa-PB, “Vai Rolar” Brasil Hexacampeão, Mc Menor Ousado, poesia e prosa à Musa Coqueiral no Dia dos Namorados.

Posto que, também, na terça-feira, 10-6-2014, às 12h.10min., a Musa Coqueiral voltava da escola com seu anjo da guarda na terra, seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Rei Artur, o Mc Menor Ousado, e vinham de braços dados, tão harmoniosos como se fossem o Irmão Sol, São Francisco de Assis, e a Irmã Lua, Santa Clara. Ambos vinham tão lindos de braços dados que me lembraram, essa mesma cena, outrora, igual à Mãe e o Pai deles, quem assim ficavam também de braços dados, feitos dois pombinhos, à porta de casa em noites de luar.

E como ficavam também lindos de se admirar que até me dava muito gosto de lhes ver. Daí que organizei esses versos dedicados à Musa Coqueiral, parabenizando também pelo seu vídeo clipe oficial e de seu Irmão, o Mc Menor Ousado, “Vai Rolar”, a saber:

POEMA À MUSA COQUEIRAL

I
Se o luar prata de seus olhos penetrasse
O castanho romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a lua em carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do eu traquinas
Veria meu coração leão das colombinas
Beijar seu rosto lindo quando eu o tocasse.

Por isso caí logo em carnaval cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de feitiço tríplice,
Cerrando as portas da saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra eu amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe eu olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe eu molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe eu mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade em lhe voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que eu desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL ) – VAI ROLAR BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL

VAI ROLAR BRASIL HEXACAMPEÃO, MC MENOR OUSADO, POESIA E PROSA À MUSA COQUEIRAL

Hoje, quinta-feira, doze de junho do ano de dois mil e catorze do calendário vitoriano, a partir das 17h, na Praça Coqueiral, Mangabeira, João Pessoa-PB, “Vai Rolar” Brasil Hexacampeão, Mc Menor Ousado, poesia e prosa à Musa Coqueiral.

Posto que, também, na terça-feira, 10-6-2014, às 12h.10min., a Musa Coqueiral voltava da escola com seu anjo da guarda na terra, seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Rei Artur, o Mc Menor Ousado, e vinham de braços dados, tão harmoniosos como se fossem o Irmão Sol, São Francisco de Assis, e a Irmã Lua, Santa Clara. Ambos vinham tão lindos de braços dados que me lembraram, essa mesma cena, outrora igual à Mãe e o Pai deles quem assim ficavam também de braços dados feitos dois pombinhos à porta de casa em noites de luar.

E como ficavam também lindos de se admirar que até me dava muito gosto de lhes ver. Daí que organizei esses versos dedicados à Musa Coqueiral, parabenizando também pelo seu vídeo clipe oficial “Vai Rolar”, a saber:

POEMA À MUSA COQUEIRAL

I
Se o luar prata de seus olhos penetrasse
O castanho romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a lua em carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do eu traquinas
Veria meu coração leão das colombinas
Beijar seu rosto lindo quando eu o tocasse.

Por isso caí logo em carnaval cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de feitiço tríplice,
Cerrando as portas da saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra eu amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe eu olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe eu molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe eu mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade em lhe voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que eu desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL ) – “VAI ROLAR” POEMA E PROSA À MUSA COQUEIRAL

“VAI ROLAR” POEMA E PROSA À MUSA COQUEIRAL

Hoje, terça-feira, dez de junho do ano de dois mil e catorze do calendário vitoriano, às 12h.10min., a Musa Coqueiral voltava da escola com seu anjo da guarda na terra, seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Rei Artur, o Mc Menor Ousado, e vinham de braços dados, tão harmoniosos como se fossem o Irmão Sol, São Francisco de Assis, e a Irmã Lua, Santa Clara. Ambos vinham tão lindos de braços dados que me lembraram essa mesma cena outrora igual à Mãe e o Pai deles quem assim ficavam também de braços dados feitos dois pombinhos à porta de casa em noites de luar. E como ficavam também lindos de se admirar que até se davam muito gosto de lhes ver. Daí que organizei esses versos dedicados à Musa Coqueiral, parabenizando também pelo seu vídeo clipe oficial “Vai Rolar”, a saber:

POEMA À MUSA COQUEIRAL

I
Se o luar prata de seus olhos penetrasse
O castanho romântico de minhas retinas
Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se
À coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

Se a lua em carnaval de seus olhos amasse
O castanho-flor mais felino do eu traquinas
Veria meu coração leão das colombinas
Beijar seu rosto lindo quando eu o tocasse.

Por isso caí logo em carnaval cúmplice
De minha própria traição tão amorosa,
Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

Rápido como um raio de feitiço tríplice,
Cerrando as portas da saudade duma Rosa,
Que se fez Musa Coqueiral só pra eu amar.

II
Hoje ela passou tão depressa que queria
Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.
Como é duro este desprezo feito agonia,
Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

Como um foguete americano, parecia
Tão veloz que se perdia em balas de festim.
Dando em troca de nada a vida em harmonia,
Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.
Mas, atualmente é impossível se mentir,
Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

A verdade que sentimos, isto não mantém,
Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir
Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.

III
Deixe eu olhar pro silêncio de seu rosto!
Deixe eu molhar com o orvalho de sua boca,
Meu pensamento em ti, que foi imposto
Por tua grande e formosa beleza moça!

Deixe eu mergulhar no profundo de seu Ser,
Sentir no véu translúcido de sua alma,
Minha vontade incontrolável de viver
Mergulhando na imensidão de sua calma!

Habitar na transcendência do seu sonho;
É outro sonho que quero concretizar;
Conjugando eternamente seu verbo amar!

Penetrar no seu âmago me proponho,
Rebuscando novos amores num sonhar,
Que simboliza a liberdade em lhe voar!

IV
Você parece um poema, que emociona
Logo de primeira ao ser lido, no alvorecer
Das verdes lindas manhãs, que me impressiona
Com as páginas do seu rosto a me entorpecer.

Ao ver-lhe um coração parado funciona
E grita aos quatro cantos do mundo o que fazer,
Com tão radiante beleza, que aprisiona
Seu dono amordaçado, carente de prazer.

Faz-me tão mais forte em sua companhia,
Capaz dum batalhão vencer atrás de glória,
Que não me atrevo deixar de lhe ver um só dia!

Se eu fosse um bom pintor, aos poucos pintaria
Esse seu meigo rosto na minha memória,
Pra nunca esquecer sua estupenda harmonia!

V
Não se diz com palavras um grande amor,
Mas, concretamente com sentimentos.
É amando que se nega os momentos
Duma falsa imaginação sem pudor.

Combate terrível, tremendo furor,
Que não há regras nem impedimento.
Pra escapar desse horrível tormento
É preciso ser o mais hábil ator.

Deixar a saudade bater às portas,
Não tornar mais difícil a harmonia,
Escrevendo certo por linhas tortas.

Ressuscitar todo dia as leis mortas,
Sem perder um momento a sintonia,
Irrigando os amores dessas hortas!

VI
Um rosto puro de criança que você tem,
Ao escapar seu olhar em nossa direção.
Na verdade igual a ele não há mais ninguém.
Oh! Bendita Musa dai-me seu coração.

Assunto esse explorado que eu desenvolvo,
Parece um disco com falhas, sempre a repetir,
Deixando-me cheio de dedos como um polvo,
Na música-vida que cansaram de ouvir.

Pra que tanta evolução, se o fingimento
É quem nos comandará em todo momento.
Assim, prefiro ser velho pra sempre lhe amar.

Prefiro voltar nesses longos tempos idos,
A trilhar num futuro de desconhecidos,
Que jamais saberei se poderei lhe encontrar.

VII
A maior prova da saudade é a certeza
Da necessidade dum novo reencontro.
Como o destino é um belo desencontro,
Nos impedirá de ter sempre essa firmeza.

Por isso lhe evitar ao máximo possível
Não é desprezar-lhe. É amar-lhe mais e mais
Na sua ausência, prova maior sem fiscais,
Pois lhe perder estando consigo é horrível.

É estranho esse amor sem aproximação.
E não se sabe se é ódio ou paixão,
Pois, amo com a paixão do ódio ou odeio

Com a paixão do amor. – isto é tão forte,
Que coisa alguma é igual ao seu porte.
Oh! Deus, não me enlouqueça nesse rodeio.

VIII
Toda natureza pára pra admirar
Seu corpo, que passeia num cenário torto,
Radiando amor e dando vida ao morto,
Que queria ser o dono desse meigo olhar.

Serei sua vítima a qualquer momento,
Se quereis fazer-me mais um pequeno favor.
Menina! Consola-me da inefável dor,
Porque já não suporto tamanho tormento!

Veja! O sofrimento vai além do grito,
Quando fazemos reviver um grande mito,
Que nos vem tirar todos direitos de viver.

Não sei se sempre fui bom com o bom vizinho,
Nem se honrei pai e mãe com muito carinho,
Só sei que tudo é pouco pra lhe merecer.

IX
Ingênua! És irmã da inocência,
Vês! Que todo homem é por natureza mal;
Antes fosse ele tão sem competência,
Pois lhe preservaria toda com a moral.

Essa humanidade é tão ignorante
Que nem ao menos pensou lhe conservar.
Abrindo tão depressa as portas ao retirante
Dos campos de combate que lhe foram provar.

Por ordens comandadas na luta sangrenta
Da destruição estúpida, violenta,
Daquelas tão trevosas em noites de quintais.

Que não saia tão cedo de nossa cabeça,
Todo homem poderoso que lhe ofereça
Nocaute levado à paz em distintos locais.

X
Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!

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MC MENOR OUZADO – ELA DANÇANDO PRA MIM ( LANÇAMENTO 2013 ) – ( DJ LOWHAN PRODUÇÕES ) – MC MENOR OUSADO E MUSA COQUEIRAL CRIAM TÁVOLA REDONDA À BRAISLEIRA

MC MENOR OUSADO E MUSA COQUEIRAL CRIAM TÁVOLA REDONDA À BRAISLEIRA

O Mc Menor Ousado e sua Trupe são funkeiros como se fossem uma fonte inesgotável, por isso quanto mais tirarem deles mais de tal fonte inesgotável jorrará a sua arte. Prova maior disso é o seu mais novo vídeo clipe “Vai Rolar”, que de saída, em menos de duas semanas, alcançaram mais de 8.500 acessos no Youtube.

Os Cavaleiros da Távola Redonda, segundo a lenda, foram os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Artur, no Ciclo Arturiano. A Távola Redonda, ao redor da qual eles se reuniam, foi criada com este formato pra que não houvesse cabeceira, representando a igualdade de todos os seus membros. Em diferentes culturas, o número de cavaleiros varia, indo de 12 a 150 ou mais.

O Mc Menor Ousado e sua Trupe (dez com ele) por meio de seu pancadão “Vai Rolar”, vídeo clipe oficial mais recente dentre uns 11 seus já lançados, são os mais novos representantes funkeiros dos movimentos sociais de resistência na arte de fazer uma música nova, despojada e descontraída em sua catarse mais pura à luz da “Poética” de Aristóteles. Convém aqui citar essa obra de Aristóteles por ser ele o filósofo grego que elaborou um tratado sobre arte pra distinguir uma boa música da ruim, na qual sua identidade se dá por meio da temperança.

Ressalte-se aqui que tais cuidados aristotélicos ocorrem na proposta musical do Mc Menor Ousado e sua Trupe ao entoarem seus pancadões bem ritmados, marcados e metrificados, Daí que instauram assim também uma espécie de novos Cavaleiros da Távola Redonda à moda brasileira. E o fazem com elegância, leveza e sutileza na maior alegria, descontração e prazer, só comparados à liberdade do carnaval. Tais evoluções de gestos nobres e generosos expressam quando entoam o carro chefe de seu clipe oficial “Vai Rolar”. E assim vão cantarolando o pancadão “Vai Rolar” por meio dum gesto nobre de pura catarse ao levantarem os braços ao ar no ritmo desse pancadão e na ginga de sua Musa Coqueiral.

Essa nova proposta do Mc Menor Ousado e sua Trupe, tudo junto e misturado, é revolucionária porque se trata duma verdadeira obra de arte, na qual eles plasmaram, aparelharam e traçaram seus versos pra denunciar, inclusive, corrupção em todos os níveis na cultura brasileira. E o fazem de forma elegante, suave e sem apelar ao baixo calão, à conveniência de interesses ignorados, nem tampouco fazer concessões com as tentações do vil metal capitalista selvagem. Tentações essas que, com certeza no futuro, se virariam contra si como se fossem enigmas indecifráveis que lhes devorariam todos juntos e misturados por meio, também, doutras máximas da psicanálise freudiana, lacaniana e foucoultiana: “decifra-me ou te devoro…”

Haja vista ainda que eles seriam assim mesmo devorados. Posto ainda ser dessa forma estranha e indesejável que lhes chegariam à fatura duma vultosa dívida impagável na cultura brasileira. Eis aí o preço que eles pagariam caso se se vendessem por poucos ou muitos dinheiros à condenação posterior do capitalismo selvagem, cruel e desumano. Além do mais que tal capitalismo selvagem, cruel e desumano é chato, insosso e apático, mostrando-se sempre monstruoso feito uma massa amorfa velha, surrada e incabível nessa nova era digital e cibernética dominada por eles: Mc Menor Ousado, Trupe e Musa Coqueiral.

Posto ainda que a propósito de “Vai Rolar”, clipe oficial de Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e sua Trupe, eles aparecem dançando nas águas dum azul verde-piscina e são dez ao todo, meninos e meninas lindas, umas verdadeiras gracinhas de tão lindinhas, lembrando aqui a máxima do poeta Vinícius de Morais: “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental!”.

Trata-se pois ainda de que Mc Menor Ousado e sua Trupe são a mais nova onda surfando na música do Brasil, o país do carnaval, do futebol e das belezas naturais dum paraíso perdido que somente eles agora encontraram e sozinhos por meio de seu pancadão “Vai Rolar”, clip oficial mais recente.

Todavia, contrários às concessões que tais, o Mc Menor Ousado junto à sua Trupe, e todos juntos e misturados, inovam por meio duma possível releitura dos Cavaleiros da Távola Redonda adaptada à cultura brasileira. E o fazem todos juntos e misturados por meio dum estilo novo, revolucionário e despojado, arrombando assim as portas do cenário tradicional da música nacional e propondo outro mais crítico à moderna música popular brasileira, partindo de sua aldeia Praça Coqueiral, Mangabeira, o bairro-cidade, com quase 200 mil habitantes, na capital da Paraíba. É… O funk da favela… O Politicamente correto aqui é uma porra… Porrinha ou purrinha, conforme a variante linguística mangabeirense. Um joguinho de tirar sorte no qual as moçadas das comunidades decidem quaisquer paradas na base duns palitos de fósforos em mãos fechadas à adivinhação…

É assim mesmo que Mc Menor Ousado e sua Trupe, todos eles juntos e misturados, entendem que sua arte musical tem de caminhar junto às massas, caso ainda pretendam também que essas massas, mesmo num futuro breve, médio, e/ou a longo prazo, venham comer e saborear os seus biscoitos finos.

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MC Menor Ouzado – Mexe o BumBum – “UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL

“UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL

Por que me aprofundo e me afundo cada vez mais neste mistério amoroso da Musa Coqueiral? E também como, quando e o que nela insisto e persisto?

Como se eu fosse “um estranho no ninho” da Musa Coqueiral, continuo mais perdido que cego em meio ao tiroteio, e bem no meio mesmo da Praça Coqueiral. E o que é muito pior, fora da época do carnaval. E a saudade dela? Está matando-me por dentro e por fora, me destroçando todo, Ave Maria! Será que escapo dessa saudade fatal? Há dias que não a vejo nem me dá o ar da sua graça. Meu Deus, ela é uma gracinha e eu morro de arrebatamento amoroso por ela nesse seu desaparecimento de final de semana, passagem do mês maio/junho do calendário Vitoriano e eu sem lhe ver um só instante, que castigo do destino que me mata de vez assim. Que falta de sorte a minha em apenas lhe ver passar na Praça Coqueiral…

Repito… “Ah! Um urubu pousou na minha sorte” porque há três dias, no último sábado, 31/5/2014, às 15h35min., morreu a gata que dei guarida, porque ela me pediu por meio da linguagem dos olhos, e, dessa maneira angelical também próprio só dos felinos, que como é a natureza de minha própria sina, eu jamais podia negar tal guarida. Posto que me havia afeiçoado também à ela quando deu cria a cinco gatinhos lindos, há menos de 20 dias. Agora estão órfãos e ela lutava desesperadamente pra amamentá-los… Enfim, morreu porque em seu instinto de caça matou uma lagartixa, mas não a comeu, bebeu seu sangue, mas como é envenenado levou-lhe a óbito fulminante. Estou triste e inconsolável pelo seu luto e mais ainda por nem ter visto de longe a musa Coqueiral…

Fiquei muito triste desde quinta-feira, 29/5/2014, à tarde, quando há cinco dias não a via, e de repente, vinha saindo de casa com seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Mc Rei Artur, e ambos emparelhados, uma gracinha de se ver nos seus 15 e 16 anos decerto, ela mais do que eles (Mãe, Pai e Irmão) e isso me deixa intrigado comigo mesmo, continuam me ignorando… E é como se eu fosse além de “um estranho no ninho” também invisível… Era só o que me faltava! Que deu neles? Eu os amo a todos, eu os adoro e os venero que chego a ter medo desse meu amor doido demais por eles todos.

Mas acho que é por isso mesmo que o meu amor por eles é incondicional jamais amor de carnaval, e mesmo fora de época, em grandes intervalos de tempos idos e vindos, eu não desisto nunca porque é o meu primeiro, único e último amor de minha vida! Enfim, é o último vagão do amor de Monty Cristo e se eu perder é meu fim, a minha morte e derrocada por todos os séculos dos séculos amém!

Destarte, tenho de ter muito cuidado! A Musa Coqueiral é coisa muito séria, e não me é, nem nunca me foi, tampouco me será amor de carnaval. É amor transcendental! Ainda mais porque corre a boca de Matilde que ela, a Musa Coqueiral, tem apenas 15 anos de idade. Por isso, sequer posso ao menos cumprimentá-la, cortejá-la, conquistá-la sem o consentimento de seus pais, que me o dará se eu tiver o consentimento primeiro dela. E como vou conseguir se isso é quase impossível, pois dependo do consentimento dos pais e irmão. Estou literalmente pisando em ovos, pois que no meu País, na forma da lei, quaisquer envolvimentos e/ou relacionamentos com menores de idade tal como é o caso dela (Musa Coqueiral – 15 anos) acarreta processo de pedofilia. É mole ou quer mais! Chupa essa manga seu Monty, menestrel dos carnavais doutras praças e quintais.

Ah! Foi por isso que ontem, domingo, 1/6/2014, a saudade dela (Musa Coqueiral) destroçava-me as entranhas, o coração, o bofe, o fígado, as tripas, os rins, o cérebro, cabeça, tronco e membros. Enfim, a alma, o espírito e o corpo presente e ausente, mas não consegui sequer cumprimentar sua Mãe, sentada lindamente no banco da Praça Coqueiral, pois morria de saudades dela (Musa Coqueiral) sem choro nem vela e eu só no meio da Praça Coqueiral etc e coisa e tal. E nada dela aparecer como no domingo passado naquele vestido deslumbrante…

Afinal ela fica uma gracinha em quaisquer vestidos… Pastorei… pastorei… pastorei… à noite, das 18h às 22h., pra ver ela aparecer à porta, mas nada dela dar o ar de sua graça… Dormi inconsolável e triste, por nem sequer vê-la e pelo luto da gata por quem me afeiçoara há cerca de 20 dias…

Hoje, 2/6/2014, segunda-feira, 6h45min., de novo, Pastorei… pastorei… pastorei… E finalmente, só pela manhã, a vi quando seu Pai a levou à Escola… Agradeci a Deus e orei por eles todos: Musa Coqueiral e a Família Coqueiral!

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