MC MENOR OUSADO – OLHA SÓ MAIS QUEM DIRIA ♪♫ ( DJ LOWHAN ) “UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL I

“UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL I

Hoje, 3 de junho de 2014, estou ainda, literalmente, pisando em ovos, por três grandiosíssimas razões:
a) há dois dias ronda a Praça Coqueiral um aliciador de menores (principalmente de meninas na mesma faixa etária da Musa Coqueiral – dos 15 aos 18 anos)
b) o aliciador de menores que vem rondando a Praça Coqueiral é de altíssima periculosidade, com mais de 20 anos de experiência neste crime que vitimou já Rebeca e Fernanda Ellen de forma fatal e fulminante; E ele escapa…
c) A Praça Coqueiral já foi palco dessa atrocidade há menos de três anos, quando um outro maníaco vitimou uma garota infanto-juvenil, embora preso pela polícia, há casos insolúveis neste sentido, a saber: o caso Rebeca.

Por que me aprofundo e me afundo cada vez mais neste mistério amoroso da Musa Coqueiral? E também como, quando e o que nela insisto e persisto?

Como se eu fosse “um estranho no ninho” da Musa Coqueiral, continuo mais perdido que cego em meio ao tiroteio, e bem no meio mesmo da Praça Coqueiral. E o que é muito pior, fora da época do carnaval. E a saudade dela? Está matando-me por dentro e por fora, me destroçando todo, Ave Maria! Será que escapo dessa saudade fatal? Há dias que não a vejo nem me dá o ar da sua graça. Meu Deus, ela é uma gracinha e eu morro de arrebatamento amoroso por ela nesse seu desaparecimento de final de semana, passagem do mês maio/junho do calendário Vitoriano e eu sem lhe ver um só instante, que castigo do destino que me mata de vez assim. Que falta de sorte a minha em apenas lhe ver passar na Praça Coqueiral…

Repito… “Ah! Um urubu pousou na minha sorte” porque há quase um século de saudades sem ver a Musa Coqueiral, e também por fazerem três dias, no último sábado, 31/5/2014, às 15h35min., que morreu a gata que dei guarida. Dei guarida porque ela, a Gata Manhosa me pediu por meio da linguagem do coração e dos olhos. E dessa maneira angelical também próprio só dos felinos, bem como é a natureza de minha própria sina, eu jamais poderia negar tal guarida.

Posto que me havia afeiçoado também à ela quando deu cria a cinco gatinhos lindos, há menos de 20 dias, e seu Pai era Trigre, um gato preto que envenenaram no Coqueiral e morreu… Agora estão órfãos de Pai e Mãe, e ela, a Gata Manhosa lutava sozinha desesperadamente pra amamentá-los… Enfim, morreu porque em seu instinto de caça matou uma lagartixa, mas não a comeu, bebeu seu sangue, mas como é envenenado levou-lhe a óbito fulminante. Estou triste e inconsolável pelo seu luto e mais ainda por nem ter visto de longe a Musa Coqueiral nesta Semana Final…

Fiquei muito triste desde quinta-feira, 29/5/2014, à tarde, quando há cinco dias não a via, e de repente, vinha saindo de casa com seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Mc Rei Artur, e ambos emparelhados, uma gracinha de se ver nos seus 15 e 16 anos decerto. Ela mais do que eles (Mãe, Pai e Irmão) e isso me deixa intrigado comigo mesmo porque continuam me ignorando… E é como se eu fosse além de “um estranho no ninho” também invisível… Era só o que me faltava! Que deu neles? Eu os amo a todos, eu os adoro e os venero tanto que chego a ter medo desse meu amor doido demais por eles todos.

Mas acho que é por isso mesmo que o meu amor por eles é incondicional jamais amor de carnaval, e mesmo fora de época, em grandes intervalos de tempos idos e vindos, eu não desisto nunca. Nunca desisto porque é o meu primeiro, único e último amor de minha vida! Enfim, é o último vagão do amor de Monty Cristo e se eu perder é meu fim, a minha morte e derrocada por todos os séculos dos séculos amém!

Destarte, tenho de ter muito cuidado! A Musa Coqueiral é coisa muito séria, e não me é, nem nunca me foi, tampouco me será amor de carnaval. É amor transcendental! Ainda mais porque corre a boca de Matilde que ela, a Musa Coqueiral, tem apenas 15 anos de idade. Por isso, sequer posso ao menos cumprimentá-la, cortejá-la, conquistá-la, tampouco namorá-la, noivá-la e casá-la sem o consentimento de seus pais, que me o dará se eu tiver primeiro o dela.

E Agora? Parece que ela me ignora tanto e de tal forma, que acho até que quando ela souber de minha paixão platônica por si só acaba na mesma hora! Assim mesmo, de forma fulminante, pois até quando me vê sente-se constrangida. Como caso que me ocorreu consigo outrora. Foi horrível! Deixou-me paralisado, sem ação, nem quaisquer iniciativas, tamanho o desânimo de sua parte nutrido por mim. E como vou conseguir se isso é quase impossível por causa de que, repito, como se ainda não me bastasse, ela é menor de idade, e acima de tudo dependo primeiro de seu consentimento, depois dos pais e do irmão.

Quanto a mim, também, estou ainda, literalmente, pisando em ovos, pois que no meu País, na forma da lei, quaisquer envolvimentos e/ou relacionamentos com menores de idade tal como é o caso dela (Musa Coqueiral – 15 anos) acarreta processo de pedofilia porque vão confundir-me com os casos dos maníacos. E até eu provar o contrário já é muito tarde e Inês é morta! É mole ou quer mais! Chupa essa manga seu Monty, menestrel dos carnavais doutras praças e quintais. É isso mesmo seu Monty! Hoje não é mais que nem no tempo de seus avós, bisavós e tataravós, que se casavam com moças de 13, 14 e 15 anos, e tal prática era muito comum, tranquila, respeitosa, honrada, digna e natural naquela época, jamais agora!

Ah! Foi por isso que ontem, domingo, 1/6/2014, a saudade dela (Musa Coqueiral) destroçava-me as entranhas, o coração, o bofe, o fígado, as tripas, os rins, o cérebro, a cabeça, o tronco e os membros. Enfim, a alma, o espírito e o corpo presente e ausente, mas não consegui sequer cumprimentar sua Mãe, sentada lindamente no banco da Praça Coqueiral. Pois que eu morria de saudades dela (Musa Coqueiral) sem choro nem vela comigo mesmo, só no meio da Praça Coqueiral etc e coisa e tal. E nada dela aparecer, como no domingo passado, naquele vestido deslumbrante que lhe denotava a silhueta de sua máxima feminilidade, vindo à tona por meio de seu baixo ventral, frontal e pós frontal…

Afinal ela fica uma gracinha em quaisquer vestidos… E a saudade aumentava… aumentava… e aumentava… era enorme… Pastorei… pastorei… pastorei… à noite, das 18 às 22h., pra ver ela aparecer à porta, mas nada dela dar o ar de sua graça… Dormi inconsolável e triste, por nem sequer vê-la e pelo luto da Gata Manhosa que morreu sábado, deixando cinco gatinhos órfãos porque até o pai deles o Gato Preto Trigre, também fora envenenado há pouco mais de um mês, e por quem me afeiçoara de ambos há cerca de 20 dias…

Hoje, 2/6/2014, segunda-feira, 6h45min., de novo, Pastorei… pastorei… pastorei… E finalmente, só pela manhã, a vi quando seu Pai a levou à Escola… Agradeci a Deus e orei por eles todos: Musa Coqueiral e a Família Coqueiral! Que Deus os abençoe sempre por todos os séculos dos séculos amém!

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MC MENOR OUSADO CIDADE LINDA (DJ SCORT) – “UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL III

“UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL III

Aleluia! Aleluia! Aleluia! A Musa Coqueiral apareceu-me às 19h., de ontem, 3/6/2014, terça-feira, à noite num passeio breve pela praça que leva seu nome… Mas logo cedo de ontem mesmo por volta das 7h., da manhã, pastorei…pastorei… pastorei… ela passar e nada… nada… nada… Desesperei… pois já é véspera do Dia dos namorados e sequer apareceu-me à porta de sua casa e nem me deu o ar de sua graça!

Repito! Só às 19h., aleluia! Aleluia! Aleluia! Apareceu-me de repente, inesperadamente, eu já me encontrava desiludido quando do nada, vapt vupt quem vem lá? Ela, a Musa do Coqueiral, linda, lindíssima, fogosa, uma gracinha de lindinha deslizando suavemente num desfile tão natural que até Afrodite, a deusa da beleza na mitologia grega, sentiu inveja dela. E por que? Porque era tamanha a sua elegância, graciosidade, juventude e feminilidade que se lhe desabrochavam à contemplação de quem quer que lhe visse ali. E me foi inesquecível! É… Foi como eu bem a vi tal como um louco voyeur sim, e nem me importo que me comparem a quaisquer contempladores da beleza feminina de Bayeux.

Todavia, ainda, sua aparição, como se fosse uma deusa, valeu à pena porque também sua alma não é pequena, lembrando aqui o poeta português Fernando Pessoa.

A Musa Coqueiral presenteou-me sem saber com um lindíssimo e nobre passeio à Praça do Coqueiral, no qual fez evoluções naturais de elegância e beleza, também, por meio dum corte de cabelo e penteado novo. Cabelos negros estes indo e vindo com suas mechas por entre seus dedos meigos e suaves, escorrendo-os ao elevar ritimado de seus braços, denotando aí um ato de liberdade completa, e da mais pura arte. Gestos nobres estes que se iam e vinham evoluindo numa indizível inocência breve, brevíssima e duma grandiosíssima satisfação tão somente dela e de mais ninguém.

A beleza da Musa Coqueiral era tanta que me ofuscou e me cegou como se eu fosse um voyeur louco e desnorteado. Repito! Sua beleza era tão irradiante que de imediato me transportou à zona sagrada de seu amor transcendental… Daí que subitamente comemorei tão único e inigualável momento com esses versos dedicados única e exclusivamente à ela, compondo assim seu décimo soneto, a saber:

SONETO À MUSA COQUEIRAL X

Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!
Ontem, 3 de junho de 2014, estava eu ainda, literalmente, desesperado e pisando em ovos, por três grandíssimas razões:
a) Há dois dias ronda a Praça Coqueiral um aliciador de menores (principalmente de meninas na mesma faixa etária da Musa Coqueiral – dos 15 aos 18 anos);
b) O aliciador de menores que vem rondando a Praça Coqueiral é de altíssima periculosidade, com mais de 20 anos de experiência neste crime que vitimou já Rebeca e Fernanda Ellen de forma fatal e fulminante; E ele escapa…
c) A Praça Coqueiral já foi palco dessa atrocidade há menos de três anos, quando outro maníaco vitimou uma garota infanto-juvenil; embora o monstro fora preso pela polícia, todavia há casos insolúveis neste sentido, a saber: O Caso Rebeca.

Por que me aprofundo e me afundo cada vez mais neste mistério amoroso da Musa Coqueiral? E também como, quando e o que nela insisto e persisto?

Como se eu fosse “um estranho no ninho” da Musa Coqueiral, continuo mais perdido que cego em meio ao tiroteio, e bem no meio mesmo da Praça Coqueiral. E o que é muito pior, fora da época do carnaval. E a saudade dela? Está matando-me por dentro e por fora, me destroçando todo, Ave Maria! Será que escapo dessa saudade fatal? Há dias que não a vejo nem me dá o ar de sua graça. Meu Deus, ela é uma gracinha de tão lindinha, e eu morro de arrebatamento amoroso por ela nesse seu desaparecimento de final de semana, passagem do mês maio/junho do calendário Vitoriano! E agora minha Nossa Senhora dos Impossíveis? O que é que eu faço? Assim e demais pra mim! Eu sem lhe ver um só instante, que castigo do destino me matando de vez assim. Que falta de sorte a minha em apenas lhe ver passar na Praça Coqueiral…

Repito… “Ah! Um urubu pousou na minha sorte” porque há quase um século de saudades sem ver a Musa Coqueiral, e também por fazerem quatro dias, no último sábado, 31/5/2014, às 15h35min., que morreu a gata que dei guarida. Dei guarida porque ela, a Gata Manhosa me pediu por meio da linguagem do coração e dos olhos. E dessa maneira angelical também próprio só dos felinos, bem como é a natureza de minha própria sina, eu jamais poderia negar tal guarida.

Posto que me afeiçoara também à ela quando deu cria a cinco gatinhos lindos, há menos de 20 dias, e seu Pai era Trigre, um gato preto que envenenaram no Coqueiral e morreu… Agora estão órfãos de Pai e Mãe, e ela, a Gata Manhosa lutava sozinha desesperadamente pra amamentá-los… Enfim, morreu porque em seu instinto de caça matou uma lagartixa, mas não a comeu, bebeu seu sangue, mas como é envenenado levou-lhe a óbito fulminante. Estou triste e inconsolável pelo seu luto e mais ainda por nem ter visto de longe a Musa Coqueiral nesta semana final ou fim de semana no Coqueiral…

Fiquei muito triste desde quinta-feira, 29/5/2014, à tarde, quando faziam cinco dias que não a via, e de repente, vinha saindo de casa com seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Mc Rei Artur, e ambos emparelhados, uma gracinha de lindinhos de se ver nos seus 15 e 16 anos decerto. Ela mais do que eles (Mãe, Pai e Irmão) e isso me deixa intrigado comigo mesmo porque continuam me ignorando… E é como se eu fosse além de “um estranho no ninho” também invisível… Era só o que me faltava! Que deu neles? Eu os amo a todos, eu os adoro e os venero tanto que chego a ter medo desse meu amor ficar doido demais por eles todos.

Mas acho que é por isso mesmo que o meu amor por eles é incondicional jamais amor de carnaval, e mesmo fora de época, em grandes intervalos de tempos idos e vindos, eu não desisto nunca. Nunca desisto porque é o meu primeiro, único e último amor de minha vida! Enfim, é o último vagão do amor de Monty Cristo e se eu perder é meu fim, a minha morte e derrocada por todos os séculos dos séculos amém!

Destarte, tenho de ter muito cuidado! A Musa Coqueiral é coisa muito séria, e não me é, nem nunca me foi, tampouco me será amor de carnaval. É amor transcendental! Ainda mais porque corre a boca de Matilde que ela, a Musa Coqueiral, tem apenas 15 anos de idade. Por isso, sequer posso ao menos cumprimentá-la, cortejá-la, conquistá-la, tampouco namorá-la, noivá-la e casá-la sem o consentimento de seus pais, que me o dará se eu tiver primeiro o dela.

E Agora? Parece que ela me ignora tanto e de tal forma, que acho até que quando ela souber de minha paixão platônica, por si só, acaba na mesma hora! Assim mesmo, de forma fulminante, pois até quando me vê sente-se constrangida. Como caso que me ocorreu consigo outrora. Foi horrível! Deixou-me paralisado, sem ação, nem quaisquer iniciativas, tamanho o desânimo de sua parte nutrido por mim. E como vou conseguir se isso é quase impossível por causa de que, repito, como se ainda não me bastasse, ela é menor de idade, e acima de tudo dependo primeiro de seu consentimento, depois dos pais e do irmão.

Quanto a mim, também, estou ainda, literalmente, desesperado e pisando em ovos, pois que no meu País, na forma da lei, quaisquer envolvimentos e/ou relacionamentos com menores de idade tal como é o caso dela (Musa Coqueiral – 15 anos) acarreta processo de pedofilia porque vão confundir-me com os casos dos maníacos dos parques, praças e quintais. E até eu provar o contrário já é muito tarde e Inês é morta! É mole ou quer mais! Chupa essa manga seu Monty, menestrel dos carnavais doutras praças e quintais. É isso mesmo seu Monty! Hoje não é mais que nem no tempo de seus avós, bisavós e tataravós, posto que se casavam com moças de 13, 14 e 15 anos, e tal prática era muito comum, tranquila, respeitosa, honrada, digna e natural naquela época, jamais agora!

Ah! Foi por isso que domingo, 1/6/2014, a saudade dela (Musa Coqueiral) destroçava-me as entranhas, o coração, o bofe, o fígado, as tripas, os rins, o cérebro, a cabeça, o tronco e os membros. Enfim, a alma, o espírito e o corpo presente e ausente, mas não consegui sequer cumprimentar sua Mãe, sentada lindamente, uma gracinha de lindinha, no banco da Praça Coqueiral. Pois que eu morria de saudades dela (Musa Coqueiral) sem choro nem vela comigo mesmo, só no meio da Praça Coqueiral etc e coisa e tal. É… E nada dela aparecer, como no domingo passado, naquele vestido deslumbrante que lhe denotava a silhueta de sua máxima feminilidade, vindo à tona por meio de seu baixo ventral, frontal e pós frontal, símbolos maiores da vida humana porque só ela dá à luz…

Afinal ela fica uma gracinha de lindinha em quaisquer vestidos… E a saudade aumentava… aumentava… E aumentava… Era enorme… Pastorei… pastorei… pastorei à noite, das 18 às 22h., pra ver ela aparecer à porta, mas nada dela dar o ar de sua graça… Dormi inconsolável e triste, por nem sequer vê-la e pelo luto da Gata Manhosa que morreu sábado, 31/5/2014, deixando cinco gatinhos órfãos, pois que até o pai deles, o Gato Preto Trigre, também fora envenenado há pouco mais dum mês, e por quem me afeiçoara de ambos há cerca de 20 dias…

Segunda-feira, 2/6/2014, 6h45min., também, pastorei… Pastorei… Pastorei… E finalmente, só pela manhã, a vi quando seu Pai a levou à Escola… Agradeci a Deus e orei por eles todos: Musa Coqueiral e a Família Coqueiral! Que Deus os abençoe sempre por todos os séculos dos séculos amém!

Hoje, quarta-feira, 4/6/20154, às 5h., da madrugada, fui à Igreja do Divino Espírito Santo, lá em Espírito Santo, terra também do poeta Augusto dos Anjos, e pedi a eles: ao poeta e ao Divino Espírito Santo intercederem juntos à Santa Mãe de Deus, Nossa Senhora dos Impossíveis, nesse meu empreendimento amoroso da Musa Coqueiral. Posto que desconfio, e agora muito mais confiante neles, de que tudo eu posso, mas nesse caso não posso sozinho. Repito! “Tudo eu posso, mas não posso sozinho!” Ajudem-me aí Augusto, Divino Espírito Santo e Nossa Senhora dos Impossíveis! Ô U AÊ AÍ Ô…

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Menor Ouzado – QUANDO ELA Chega (mix pertnaz) – “UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL

“UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL

Por que me aprofundo e me afundo cada vez mais neste mistério amoroso da Musa Coqueiral? E também como, quando e o que nela insisto e persisto?

Como se eu fosse “um estranho no ninho” da Musa Coqueiral, continuo mais perdido que cego em meio ao tiroteio, e bem no meio mesmo da Praça Coqueiral. E o que é muito pior, fora da época do carnaval. E a saudade dela? Está matando-me por dentro e por fora, me destroçando todo, Ave Maria! Será que escapo dessa saudade fatal? Há dias que não a vejo nem me dá o ar da sua graça. Meu Deus, ela é uma gracinha e eu morro de arrebatamento amoroso por ela nesse seu desaparecimento de final de semana, passagem do mês maio/junho do calendário Vitoriano e eu sem lhe ver um só instante, que castigo do destino que me mata de vez assim. Que falta de sorte a minha em apenas lhe ver passar na Praça Coqueiral…

Repito… “Ah! Um urubu pousou na minha sorte” porque há três dias, no último sábado, 31/5/2014, às 15h35min., morreu a gata que dei guarida, porque ela me pediu por meio da linguagem dos olhos, e, dessa maneira angelical também próprio só dos felinos, que como é a natureza de minha própria sina, eu jamais podia negar tal guarida. Posto que me havia afeiçoado também à ela quando deu cria a cinco gatinhos lindos, há menos de 20 dias. Agora estão órfãos e ela lutava desesperadamente pra amamentá-los… Enfim, morreu porque em seu instinto de caça matou uma lagartixa, mas não a comeu, bebeu seu sangue, mas como é envenenado levou-lhe a óbito fulminante. Estou triste e inconsolável pelo seu luto e mais ainda por nem ter visto de longe a musa Coqueiral…

Fiquei muito triste desde quinta-feira, 29/5/2014, à tarde, quando há cinco dias não a via, e de repente, vinha saindo de casa com seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Mc Rei Artur, e ambos emparelhados, uma gracinha de se ver nos seus 15 e 16 anos decerto, ela mais do que eles (Mãe, Pai e Irmão) e isso me deixa intrigado comigo mesmo, continuam me ignorando… E é como se eu fosse além de “um estranho no ninho” também invisível… Era só o que me faltava! Que deu neles? Eu os amo a todos, eu os adoro e os venero que chego a ter medo desse meu amor doido demais por eles todos.

Mas acho que é por isso mesmo que o meu amor por eles é incondicional jamais amor de carnaval, e mesmo fora de época, em grandes intervalos de tempos idos e vindos, eu não desisto nunca porque é o meu primeiro, único e último amor de minha vida! Enfim, é o último vagão do amor de Monty Cristo e se eu perder é meu fim, a minha morte e derrocada por todos os séculos dos séculos amém!

Destarte, tenho de ter muito cuidado! A Musa Coqueiral é coisa muito séria, e não me é, nem nunca me foi, tampouco me será amor de carnaval. É amor transcendental! Ainda mais porque corre a boca de Matilde que ela, a Musa Coqueiral, tem apenas 15 anos de idade. Por isso, sequer posso ao menos cumprimentá-la, cortejá-la, conquistá-la sem o consentimento de seus pais, que me o dará se eu tiver o consentimento primeiro dela. E como vou conseguir se isso é quase impossível, pois dependo do consentimento dos pais e irmão. Estou literalmente pisando em ovos, pois que no meu País, na forma da lei, quaisquer envolvimentos e/ou relacionamentos com menores de idade tal como é o caso dela (Musa Coqueiral – 15 anos) acarreta processo de pedofilia. É mole ou quer mais! Chupa essa manga seu Monty, menestrel dos carnavais doutras praças e quintais.

Ah! Foi por isso que ontem, domingo, 1/6/2014, a saudade dela (Musa Coqueiral) destroçava-me as entranhas, o coração, o bofe, o fígado, as tripas, os rins, o cérebro, cabeça, tronco e membros. Enfim, a alma, o espírito e o corpo presente e ausente, mas não consegui sequer cumprimentar sua Mãe, sentada lindamente no banco da Praça Coqueiral, pois morria de saudades dela (Musa Coqueiral) sem choro nem vela e eu só no meio da Praça Coqueiral etc e coisa e tal. E nada dela aparecer como no domingo passado naquele vestido deslumbrante…

Afinal ela fica uma gracinha em quaisquer vestidos… Pastorei… pastorei… pastorei… à noite, das 18h às 22h., pra ver ela aparecer à porta, mas nada dela dar o ar de sua graça… Dormi inconsolável e triste, por nem sequer vê-la e pelo luto da gata por quem me afeiçoara há cerca de 20 dias…

Hoje, 2/6/2014, segunda-feira, 6h45min., de novo, Pastorei… pastorei… pastorei… E finalmente, só pela manhã, a vi quando seu Pai a levou à Escola… Agradeci a Deus e orei por eles todos: Musa Coqueiral e a Família Coqueiral!

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MC MENOR OUSADO – BRISA NA MENTE (MIX PERTNAZ)

MC MENOR OUSADO, MUSA COQUEIRAL E TRUPE NA FAMA

Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez estão no limiar da fama e são também a prata da casa mais nova do bairro-cidade Mangabeira, com quase 200 mil habitantes, na zona sul da capital do Estado da Paraíba, porque o IBGE sequer contabiliza todos os membros duma família nem também entram, às vezes, nas casas deles. Sem mais delongas, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez são oriundos da Praça Coqueiral, palco recente de apresentações musicais medíocres, inclusive, em falta com os moradores mangabeirenses, contribuintes dos impostos mais altos do mundo, e graças à incompetência da FUNJOPE.

A FUNJOPE sequer escalou à Programação artistas à comemoração dos 31 anos de fundação do bairro-cidade Mangabeira I, Prosind, ao sábado, dia 26/4/2014, que bem poderia ser eles: Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez. Enfim, o sábado foi triste, vazio e deixou os moradores sem uma atração pra deleite de suas horas de lazer pagas com o mais alto imposto de todo o mundo.

Mais que ironia do destino dos mangabeirenses porque bem aqui no meio da Praça Coqueiral moram as pratas da casa, todavia nem sequer foram convidados a fazer parte dos Circuitos das Praças, tampouco da Programação que rolou nos 31 anos do bairro-cidade Mangabeira, nem tampouco foram escalados a comporem as atrações. Assim, quem perdeu fomos todos nós moradores, Mangabeira, jovens, moços, moçadas, manos e minas que em muito se identificam com eles, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez.

Posto ainda que mal abrem e ligam suas pick ups no som de seu vídeo clipe oficial novo, “Vai Rolar”, um sucesso considerável nas redes sociais, contando mais de 8500 acessos no Facebook, em menos de duas semanas, logo juntam mais de cem manos e minas surfando ao ritmo das ondas sonoras. Ressalte-se ainda que são irreverentes mais muito bem humorados e descolados por meio do ritmo das ondas sonoras desse seu mais novo sucesso “Vai Rolar”, seu vídeo clipe oficial mais recente e revolucionário porque nele se insinuam insistentes e persistentes, mas sem apelar à baixaria das bandas de forró de plástico.

Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez são vítimas de seu próprio vídeo clipe oficial “Vai Rolar”, prenunciando assim também que na carreira deles vai rolar o maior sucesso. Haja vista ainda que até uma energia cósmica conspira em seu favor como se fosse um vento soprando de Deus, conduzindo-os às margens do sucesso, chegando assim suas propostas a bom termo, pois trabalham incessantemente em grupo e de forma individual também. Daí que agora não tem pra ninguém, “Vai Rolar” é apenas o primeiro degrau do maior sucesso do Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez.

Enfim, eles todos juntos e misturados instauram e fundam um movimento de resistência musical que nasce no meio da Praça Coqueiral e nem tem FUNJOPE que apague o brilho de suas estrelas.

Acorda FUNJOPE, porque nunca se faz cultura negando nem excluindo a prata da casa, posto que ela é imprescindível, como bem pontifica o poeta alemão Bertold Brecht: “Os imprescindíveis são os melhores”

Repito… “Vai Rolar” é apenas o primeiro de muitos sucessos do Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez porque eles vêm numa pegada indomável, incansável e perseverante. Não bastassem todas essas virtudes eles também têm o dom de serem artistas e, me parecem que do ponto de vista científico, até já fizeram seus testes vocacionais. E que ninguém brinque com eles porque também dom é coisa séria e só é dado por Deus, mas eles sequer ficam presos a isso, pois mais transpiram do que se inspiram… São trabalhadores incansáveis da poética…

Afinal, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez, tudo junto e misturado, nos ensina que pra todo problema há solução, e se não houver é porque solucionado já está.

FUNJOPE, antes que seja tarde, escale logo Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez no Circuito das Praças/2014!

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Mc Menor Ousado – #TodoMundoNaTV – Ao Vivo – MUSA COQUEIRAL E TRUPE NA FAMA

MC MENOR OUSADO, MUSA COQUEIRAL E TRUPE NA FAMA

Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez estão no limiar da fama e são também a prata da casa mais nova do bairro-cidade Mangabeira, com quase 200 mil habitantes, na zona sul da capital do Estado da Paraíba, porque o IBGE sequer contabiliza todos os membros duma família nem também entram, às vezes, nas casas deles. Sem mais delongas, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez são oriundos da Praça Coqueiral, palco recente de apresentações musicais medíocres, inclusive, em falta com os moradores mangabeirenses, contribuintes dos impostos mais altos do mundo, e graças à incompetência da FUNJOPE.

A FUNJOPE sequer escalou à Programação artistas à comemoração dos 31 anos de fundação do bairro-cidade Mangabeira I, Prosind, ao sábado, dia 26/4/2014, que bem poderia ser eles: Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez. Enfim, o sábado foi triste, vazio e deixou os moradores sem uma atração pra deleite de suas horas de lazer pagas com o mais alto imposto de todo o mundo.

Mais que ironia do destino dos mangabeirenses porque bem aqui no meio da Praça Coqueiral moram as pratas da casa, todavia nem sequer foram convidados a fazer parte dos Circuitos das Praças, tampouco da Programação que rolou nos 31 anos do bairro-cidade Mangabeira, nem tampouco foram escalados a comporem as atrações. Assim, quem perdeu fomos todos nós moradores, Mangabeira, jovens, moços, moçadas, manos e minas que em muito se identificam com eles, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez.

Posto ainda que mal abrem e ligam suas pick ups no som de seu vídeo clipe oficial novo, “Vai Rolar”, um sucesso considerável nas redes sociais, contando mais de 8500 acessos no Facebook, em menos de duas semanas, logo juntam mais de cem manos e minas surfando ao ritmo das ondas sonoras. Ressalte-se ainda que são irreverentes mais muito bem humorados e descolados por meio do ritmo das ondas sonoras desse seu mais novo sucesso “Vai Rolar”, seu vídeo clipe oficial mais recente e revolucionário porque nele se insinuam insistentes e persistentes, mas sem apelar à baixaria das bandas de forró de plástico.

Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez são vítimas de seu próprio vídeo clipe oficial “Vai Rolar”, prenunciando assim também que na carreira deles vai rolar o maior sucesso. Haja vista ainda que até uma energia cósmica conspira em seu favor como se fosse um vento soprando de Deus, conduzindo-os às margens do sucesso, chegando assim suas propostas a bom termo, pois trabalham incessantemente em grupo e de forma individual também. Daí que agora não tem pra ninguém, “Vai Rolar” é apenas o primeiro degrau do maior sucesso do Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez.

Enfim, eles todos juntos e misturados instauram e fundam um movimento de resistência musical que nasce no meio da Praça Coqueiral e nem tem FUNJOPE que apague o brilho de suas estrelas.

Acorda FUNJOPE, porque nunca se faz cultura negando nem excluindo a prata da casa, posto que ela é imprescindível, como bem pontifica o poeta alemão Bertold Brecht: “Os imprescindíveis são os melhores”

Repito… “Vai Rolar” é apenas o primeiro de muitos sucessos do Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez porque eles vêm numa pegada indomável, incansável e perseverante. Não bastassem todas essas virtudes eles também têm o dom de serem artistas e, me parecem que do ponto de vista científico, até já fizeram seus testes vocacionais. E que ninguém brinque com eles porque também dom é coisa séria e só é dado por Deus, mas eles sequer ficam presos a isso, pois mais transpiram do que se inspiram… São trabalhadores incansáveis da poética…

Afinal, Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez, tudo junto e misturado, nos ensina que pra todo problema há solução, e se não houver é porque solucionado já está.

FUNJOPE, antes que seja tarde, escale logo Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e Trupe dos Dez no Circuito das Praças/2014!

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL ) – A HORA E A VEZ

MC MENOR OUSADO E MUSA COQUEIRAL NA TÁVOLA REDONDA
OU
A HORA E A VEZ QUE “VAI ROLAR” – MC MENOR OUSADO

A hora e a vez que “Vai Rolar” é a do Mc Menor Ousado e a de sua Trupe Dez tudo junto e misturado com a Musa Coqueiral, sua mana em participação muito mesmo especial. E assim todos juntos e misturados fazem um som maioral. Mas vale ainda salientar pra que seus tamborins voltem a esquentar.

Ninguém nunca ganhou uma guerra sozinho, em toda existência pregressa da humanidade! Embora Júlio César, imperador de Roma Antiga, tenha dito “Vim, vi e venci!” estavam juntos com ele seus generais e exércitos, além dum Monty de aliados. Da mesma forma é aqui e agora com o Mc Menor Ousado e a de sua Trupe Dez tudo junto e misturado com a Musa Coqueiral. Posto que é mesmo chegada a sua hora e vez. Mas nada de ficar remoendo o passado por causa das invejas e vinganças, porque sem perdão nem há salvação… É isso aí… Tem de virar a página e abrir o coração, a mente, a alma e o espírito às coisas boas, ainda mais porque a fila anda rápido, o tempo urge e o leão ruge mais alto do que outrora.

Pra tanto está todo mundo junto e misturado nesse seu pancadão agora “Vai Rolar”, clipe oficial novinho, saindo do forno pro prazer de seus consumidores. Ó U AUÊ AÍ Ó… Maior Doidêra Cara. E não tem pra ninguém!

É… Parece que dessa vez Mc Menor Ousado, sua Trupe Dez e sua mana Musa Coqueiral vieram mesmo pra ficar! Sintam só a pegada, a levada e a originalidade deles! É leve, descontraída, irreverente, despretensiosa, porém original, com muita gingada, suingada e outras coisitas mais. Além ainda da participação muito especial de sua mana, a Musa Coqueiral que está deslumbrante e quem dá o toque apimentado dum indizível ritmo sensual à luz da originalidade e temperança apontadas no tratado de arte da obra “Poética” de Aristóteles, separando assim o joio do trigo.

Mc Menor Ousado, sua Trupe Dez e a Musa Coqueiral salvaram a Pátria no país do futebol, por meio de seu clipe oficial “Vai Rolar”. Haja vista que separam, enfim, o que é bom do que é ruim, aliás muito ruim, no cenário musical da Praça Coqueiral, Mangabeira, bairro-cidade com quase 200 mil habitantes, da Paraíba capital.

Só mesmo agora, após longa insistência e muita perseverança, o Mc Menor Ousado, sua Trupe Dez e a Musa Coqueiral decolaram de vez pro sucesso, chegando todos muito bem a bom termo por meio de seu pancadão “Vai Rolar”, clipe oficial mais recente e mais irreverente.

Enfim, “Vai Rolar” emplaca nas águas azuis dum especial verde piscina do clipe oficial do Mc Menor Ousado, junto à sua Trupe Dez e à Musa Coqueiral como se retratassem melhor do que ninguém o provérbio chinês do sábio Confúcio: “A água é o mais forte dos elementos porque é um não reagente, e em não reagindo vai arrastando tudo que lhe aparece pela sua frente.”

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MC MENOR OUSADO – VAI ROLAR ( VÍDEO CLIPE OFICIAL ) –

MC MENOR OUSADO E MUSA COQUEIRAL NA TÁVOLA REDONDA À BRASILEIRA

O Mc Menor Ousado e sua Trupe são funkeiros como se fossem uma fonte inesgotável, por isso quanto mais tirarem deles mais de tal fonte inesgotável jorrará a sua arte. Prova maior disso é o seu mais novo vídeo clipe “Vai Rolar”, que de saída, em menos de duas semanas, alcançaram mais de 8.500 acessos no Youtube.

Os Cavaleiros da Távola Redonda, segundo a lenda, foram os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Artur, no Ciclo Arturiano. A Távola Redonda, ao redor da qual eles se reuniam, foi criada com este formato pra que não houvesse cabeceira, representando a igualdade de todos os seus membros. Em diferentes culturas, o número de cavaleiros varia, indo de 12 a 150 ou mais.

O Mc Menor Ousado e sua Trupe (dez com ele) por meio de seu pancadão “Vai Rolar”, vídeo clipe oficial mais recente dentre uns 11 seus já lançados, são os mais novos representantes funkeiros dos movimentos sociais de resistência na arte de fazer uma música nova, despojada e descontraída em sua catarse mais pura à luz da “Poética” de Aristóteles. Convém aqui citar essa obra de Aristóteles por ser ele o filósofo grego que elaborou um tratado sobre arte pra distinguir uma boa música da ruim, na qual sua identidade se dá por meio da temperança.

Ressalte-se aqui que tais cuidados aristotélicos ocorrem na proposta musical do Mc Menor Ousado e sua Trupe ao entoarem seus pancadões bem ritmados, marcados e metrificados, Daí que instauram assim também uma espécie de novos Cavaleiros da Távola Redonda à moda brasileira. E o fazem com elegância, leveza e sutileza na maior alegria, descontração e prazer, só comparados à liberdade do carnaval. Tais evoluções de gestos nobres e generosos expressam quando entoam o carro chefe de seu clipe oficial “Vai Rolar”. E assim vão cantarolando o pancadão “Vai Rolar” por meio dum gesto nobre de pura catarse ao levantarem os braços ao ar no ritmo desse pancadão e na ginga de sua Musa Coqueiral.

Essa nova proposta do Mc Menor Ousado e sua Trupe, tudo junto e misturado, é revolucionária porque se trata duma verdadeira obra de arte, na qual eles plasmaram, aparelharam e traçaram seus versos pra denunciar, inclusive, corrupção em todos os níveis na cultura brasileira. E o fazem de forma elegante, suave e sem apelar ao baixo calão, à conveniência de interesses ignorados, nem tampouco fazer concessões com as tentações do vil metal capitalista selvagem. Tentações essas que, com certeza no futuro, se virariam contra si como se fossem enigmas indecifráveis que lhes devorariam todos juntos e misturados por meio, também, doutras máximas da psicanálise freudiana, lacaniana e foucoultiana: “decifra-me ou te devoro…”

Haja vista ainda que eles seriam assim mesmo devorados. Posto ainda ser dessa forma estranha e indesejável que lhes chegariam à fatura duma vultosa dívida impagável na cultura brasileira. Eis aí o preço que eles pagariam caso se se vendessem por poucos ou muitos dinheiros à condenação posterior do capitalismo selvagem, cruel e desumano. Além do mais que tal capitalismo selvagem, cruel e desumano é chato, insosso e apático, mostrando-se sempre monstruoso feito uma massa amorfa velha, surrada e incabível nessa nova era digital e cibernética dominada por eles: Mc Menor Ousado, Trupe e Musa Coqueiral.

Posto ainda que a propósito de “Vai Rolar”, clipe oficial de Mc Menor Ousado, Musa Coqueiral e sua Trupe, eles aparecem dançando nas águas dum azul verde-piscina e são dez ao todo, meninos e meninas lindas, umas verdadeiras gracinhas de tão lindinhas, lembrando aqui a máxima do poeta Vinícius de Morais: “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental!”.

Trata-se pois ainda de que Mc Menor Ousado e sua Trupe são a mais nova onda surfando na música do Brasil, o país do carnaval, do futebol e das belezas naturais dum paraíso perdido que somente eles agora encontraram e sozinhos por meio de seu pancadão “Vai Rolar”, clip oficial mais recente.

Todavia, contrários às concessões que tais, o Mc Menor Ousado junto à sua Trupe, e todos juntos e misturados, inovam por meio duma possível releitura dos Cavaleiros da Távola Redonda adaptada à cultura brasileira. E o fazem todos juntos e misturados por meio dum estilo novo, revolucionário e despojado, arrombando assim as portas do cenário tradicional da música nacional e propondo outro mais crítico à moderna música popular brasileira, partindo de sua aldeia Praça Coqueiral, Mangabeira, o bairro-cidade, com quase 200 mil habitantes, na capital da Paraíba. É… O funk da favela… O Politicamente correto aqui é uma porra… Porrinha ou purrinha, conforme a variante linguística mangabeirense. Um joguinho de tirar sorte no qual as moçadas das comunidades decidem quaisquer paradas na base duns palitos de fósforos em mãos fechadas à adivinhação…

É assim mesmo que Mc Menor Ousado e sua Trupe, todos eles juntos e misturados, entendem que sua arte musical tem de caminhar junto às massas, caso ainda pretendam também que essas massas, mesmo num futuro breve, médio, e/ou a longo prazo, venham comer e saborear os seus biscoitos finos.

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