MC MENOR OUSADO CIDADE LINDA (DJ SCORT) – “UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL III

“UM ESTRANHO NO NINHO” DA MUSA COQUEIRAL III

Aleluia! Aleluia! Aleluia! A Musa Coqueiral apareceu-me às 19h., de ontem, 3/6/2014, terça-feira, à noite num passeio breve pela praça que leva seu nome… Mas logo cedo de ontem mesmo por volta das 7h., da manhã, pastorei…pastorei… pastorei… ela passar e nada… nada… nada… Desesperei… pois já é véspera do Dia dos namorados e sequer apareceu-me à porta de sua casa e nem me deu o ar de sua graça!

Repito! Só às 19h., aleluia! Aleluia! Aleluia! Apareceu-me de repente, inesperadamente, eu já me encontrava desiludido quando do nada, vapt vupt quem vem lá? Ela, a Musa do Coqueiral, linda, lindíssima, fogosa, uma gracinha de lindinha deslizando suavemente num desfile tão natural que até Afrodite, a deusa da beleza na mitologia grega, sentiu inveja dela. E por que? Porque era tamanha a sua elegância, graciosidade, juventude e feminilidade que se lhe desabrochavam à contemplação de quem quer que lhe visse ali. E me foi inesquecível! É… Foi como eu bem a vi tal como um louco voyeur sim, e nem me importo que me comparem a quaisquer contempladores da beleza feminina de Bayeux.

Todavia, ainda, sua aparição, como se fosse uma deusa, valeu à pena porque também sua alma não é pequena, lembrando aqui o poeta português Fernando Pessoa.

A Musa Coqueiral presenteou-me sem saber com um lindíssimo e nobre passeio à Praça do Coqueiral, no qual fez evoluções naturais de elegância e beleza, também, por meio dum corte de cabelo e penteado novo. Cabelos negros estes indo e vindo com suas mechas por entre seus dedos meigos e suaves, escorrendo-os ao elevar ritimado de seus braços, denotando aí um ato de liberdade completa, e da mais pura arte. Gestos nobres estes que se iam e vinham evoluindo numa indizível inocência breve, brevíssima e duma grandiosíssima satisfação tão somente dela e de mais ninguém.

A beleza da Musa Coqueiral era tanta que me ofuscou e me cegou como se eu fosse um voyeur louco e desnorteado. Repito! Sua beleza era tão irradiante que de imediato me transportou à zona sagrada de seu amor transcendental… Daí que subitamente comemorei tão único e inigualável momento com esses versos dedicados única e exclusivamente à ela, compondo assim seu décimo soneto, a saber:

SONETO À MUSA COQUEIRAL X

Dia três do mês de junho. Noto mudança.
Ela corta o cabelo quase curto
E estava bem mais rápida que um vulto.
Isso me deixou estranho e sem esperança.

Matutei… Matutei… Matutei… e matutei,
Mas não consegui achar nada que provasse
Que eu existisse pra alguém que me achasse
Naqueles tormentos das aflições que rolei.

Desespero oculto que tinha conformação:
Dum choro sem lágrimas, dum grito abafado,
Duma viagem com regresso ao seu lado.

Mas aí houve momentos de pura emoção,
Era como criança, que brincava nua,
Pulando eufórica no meio da rua!
Ontem, 3 de junho de 2014, estava eu ainda, literalmente, desesperado e pisando em ovos, por três grandíssimas razões:
a) Há dois dias ronda a Praça Coqueiral um aliciador de menores (principalmente de meninas na mesma faixa etária da Musa Coqueiral – dos 15 aos 18 anos);
b) O aliciador de menores que vem rondando a Praça Coqueiral é de altíssima periculosidade, com mais de 20 anos de experiência neste crime que vitimou já Rebeca e Fernanda Ellen de forma fatal e fulminante; E ele escapa…
c) A Praça Coqueiral já foi palco dessa atrocidade há menos de três anos, quando outro maníaco vitimou uma garota infanto-juvenil; embora o monstro fora preso pela polícia, todavia há casos insolúveis neste sentido, a saber: O Caso Rebeca.

Por que me aprofundo e me afundo cada vez mais neste mistério amoroso da Musa Coqueiral? E também como, quando e o que nela insisto e persisto?

Como se eu fosse “um estranho no ninho” da Musa Coqueiral, continuo mais perdido que cego em meio ao tiroteio, e bem no meio mesmo da Praça Coqueiral. E o que é muito pior, fora da época do carnaval. E a saudade dela? Está matando-me por dentro e por fora, me destroçando todo, Ave Maria! Será que escapo dessa saudade fatal? Há dias que não a vejo nem me dá o ar de sua graça. Meu Deus, ela é uma gracinha de tão lindinha, e eu morro de arrebatamento amoroso por ela nesse seu desaparecimento de final de semana, passagem do mês maio/junho do calendário Vitoriano! E agora minha Nossa Senhora dos Impossíveis? O que é que eu faço? Assim e demais pra mim! Eu sem lhe ver um só instante, que castigo do destino me matando de vez assim. Que falta de sorte a minha em apenas lhe ver passar na Praça Coqueiral…

Repito… “Ah! Um urubu pousou na minha sorte” porque há quase um século de saudades sem ver a Musa Coqueiral, e também por fazerem quatro dias, no último sábado, 31/5/2014, às 15h35min., que morreu a gata que dei guarida. Dei guarida porque ela, a Gata Manhosa me pediu por meio da linguagem do coração e dos olhos. E dessa maneira angelical também próprio só dos felinos, bem como é a natureza de minha própria sina, eu jamais poderia negar tal guarida.

Posto que me afeiçoara também à ela quando deu cria a cinco gatinhos lindos, há menos de 20 dias, e seu Pai era Trigre, um gato preto que envenenaram no Coqueiral e morreu… Agora estão órfãos de Pai e Mãe, e ela, a Gata Manhosa lutava sozinha desesperadamente pra amamentá-los… Enfim, morreu porque em seu instinto de caça matou uma lagartixa, mas não a comeu, bebeu seu sangue, mas como é envenenado levou-lhe a óbito fulminante. Estou triste e inconsolável pelo seu luto e mais ainda por nem ter visto de longe a Musa Coqueiral nesta semana final ou fim de semana no Coqueiral…

Fiquei muito triste desde quinta-feira, 29/5/2014, à tarde, quando faziam cinco dias que não a via, e de repente, vinha saindo de casa com seu irmão, o Cavaleiro da Távola Redonda, Mc Rei Artur, e ambos emparelhados, uma gracinha de lindinhos de se ver nos seus 15 e 16 anos decerto. Ela mais do que eles (Mãe, Pai e Irmão) e isso me deixa intrigado comigo mesmo porque continuam me ignorando… E é como se eu fosse além de “um estranho no ninho” também invisível… Era só o que me faltava! Que deu neles? Eu os amo a todos, eu os adoro e os venero tanto que chego a ter medo desse meu amor ficar doido demais por eles todos.

Mas acho que é por isso mesmo que o meu amor por eles é incondicional jamais amor de carnaval, e mesmo fora de época, em grandes intervalos de tempos idos e vindos, eu não desisto nunca. Nunca desisto porque é o meu primeiro, único e último amor de minha vida! Enfim, é o último vagão do amor de Monty Cristo e se eu perder é meu fim, a minha morte e derrocada por todos os séculos dos séculos amém!

Destarte, tenho de ter muito cuidado! A Musa Coqueiral é coisa muito séria, e não me é, nem nunca me foi, tampouco me será amor de carnaval. É amor transcendental! Ainda mais porque corre a boca de Matilde que ela, a Musa Coqueiral, tem apenas 15 anos de idade. Por isso, sequer posso ao menos cumprimentá-la, cortejá-la, conquistá-la, tampouco namorá-la, noivá-la e casá-la sem o consentimento de seus pais, que me o dará se eu tiver primeiro o dela.

E Agora? Parece que ela me ignora tanto e de tal forma, que acho até que quando ela souber de minha paixão platônica, por si só, acaba na mesma hora! Assim mesmo, de forma fulminante, pois até quando me vê sente-se constrangida. Como caso que me ocorreu consigo outrora. Foi horrível! Deixou-me paralisado, sem ação, nem quaisquer iniciativas, tamanho o desânimo de sua parte nutrido por mim. E como vou conseguir se isso é quase impossível por causa de que, repito, como se ainda não me bastasse, ela é menor de idade, e acima de tudo dependo primeiro de seu consentimento, depois dos pais e do irmão.

Quanto a mim, também, estou ainda, literalmente, desesperado e pisando em ovos, pois que no meu País, na forma da lei, quaisquer envolvimentos e/ou relacionamentos com menores de idade tal como é o caso dela (Musa Coqueiral – 15 anos) acarreta processo de pedofilia porque vão confundir-me com os casos dos maníacos dos parques, praças e quintais. E até eu provar o contrário já é muito tarde e Inês é morta! É mole ou quer mais! Chupa essa manga seu Monty, menestrel dos carnavais doutras praças e quintais. É isso mesmo seu Monty! Hoje não é mais que nem no tempo de seus avós, bisavós e tataravós, posto que se casavam com moças de 13, 14 e 15 anos, e tal prática era muito comum, tranquila, respeitosa, honrada, digna e natural naquela época, jamais agora!

Ah! Foi por isso que domingo, 1/6/2014, a saudade dela (Musa Coqueiral) destroçava-me as entranhas, o coração, o bofe, o fígado, as tripas, os rins, o cérebro, a cabeça, o tronco e os membros. Enfim, a alma, o espírito e o corpo presente e ausente, mas não consegui sequer cumprimentar sua Mãe, sentada lindamente, uma gracinha de lindinha, no banco da Praça Coqueiral. Pois que eu morria de saudades dela (Musa Coqueiral) sem choro nem vela comigo mesmo, só no meio da Praça Coqueiral etc e coisa e tal. É… E nada dela aparecer, como no domingo passado, naquele vestido deslumbrante que lhe denotava a silhueta de sua máxima feminilidade, vindo à tona por meio de seu baixo ventral, frontal e pós frontal, símbolos maiores da vida humana porque só ela dá à luz…

Afinal ela fica uma gracinha de lindinha em quaisquer vestidos… E a saudade aumentava… aumentava… E aumentava… Era enorme… Pastorei… pastorei… pastorei à noite, das 18 às 22h., pra ver ela aparecer à porta, mas nada dela dar o ar de sua graça… Dormi inconsolável e triste, por nem sequer vê-la e pelo luto da Gata Manhosa que morreu sábado, 31/5/2014, deixando cinco gatinhos órfãos, pois que até o pai deles, o Gato Preto Trigre, também fora envenenado há pouco mais dum mês, e por quem me afeiçoara de ambos há cerca de 20 dias…

Segunda-feira, 2/6/2014, 6h45min., também, pastorei… Pastorei… Pastorei… E finalmente, só pela manhã, a vi quando seu Pai a levou à Escola… Agradeci a Deus e orei por eles todos: Musa Coqueiral e a Família Coqueiral! Que Deus os abençoe sempre por todos os séculos dos séculos amém!

Hoje, quarta-feira, 4/6/20154, às 5h., da madrugada, fui à Igreja do Divino Espírito Santo, lá em Espírito Santo, terra também do poeta Augusto dos Anjos, e pedi a eles: ao poeta e ao Divino Espírito Santo intercederem juntos à Santa Mãe de Deus, Nossa Senhora dos Impossíveis, nesse meu empreendimento amoroso da Musa Coqueiral. Posto que desconfio, e agora muito mais confiante neles, de que tudo eu posso, mas nesse caso não posso sozinho. Repito! “Tudo eu posso, mas não posso sozinho!” Ajudem-me aí Augusto, Divino Espírito Santo e Nossa Senhora dos Impossíveis! Ô U AÊ AÍ Ô…

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About fucirla

Fundação semiótica idealista à procura do paraíso perdido da pesquisa científica por obra e graça da corrupção do Governo FHC/PSDB que tomou conta do país, açambarcando-o do Oiapoque ao Chuí, e causando estragos irreversíveis à ciência.
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